quinta-feira, 18 de agosto de 2016

ANSIEDADE E TENSÃO - LIVRE-SE DESSES PROBLEMAS

ANSIOLÍTICOS NATURAIS

Entre os anos de 2006 e 2010, o aumento na venda de medicamentos controlados no Brasil foi de 36%. O dado é revelador de algo bastante sério: os males da mente, tão comuns na atualidade, vêm sendo tratados com remédios fortes. A maior parte das pessoas concorda que é difícil não se deixar tomar pelo estresse e pela ansiedade com a vida cada vez mais corrida, no entanto, o uso desmedido dos chamados “tarja pretas” não parece ser a melhor solução.

O problema é que muitos buscam respostas milagrosas para o nervosismo do dia a dia quando, na verdade, a mudança nos hábitos de vida pode ser mais eficaz. Os remédios alopáticos são a principal opção, mas podem causar dependência e diversos efeitos colaterais. Nesse contexto, as ervas naturais e fitoterápicos surgem como alternativa para quem quer aliviar os sintomas da ansiedade de forma menos agressiva.

A palavra “ansiolítico” se refere a diversas substâncias que atuam no sistema nervoso central ajudando no controle da ansiedade.
Os fitoterápicos, como todo medicamento, passam por uma série de pesquisas para comprovar sua eficácia. Já as plantas medicinais podem ser usadas de outras maneiras, no preparo de chás.

Uma planta medicinal pode ser usada como fitoterápico quando cientistas realizam testes e pesquisas que garantem seus benefícios.

Muitas fórmulas fitoterápicas são feitas a partir de três plantas reconhecidas como Calmantes Naturais: a Passiflora, a Valeriana e a Erva de São João (Hipérico).
Essas plantas contêm substâncias que relaxam porque reduzem a atividade do sistema nervoso. O resultado é a diminuição gradativa da ansiedade, mas de um modo diferente dos remédios alopáticos.

Nesses fitoterápicos, o risco de efeitos colaterais é reduzido porque os compostos ativos são usados em menor concentração. Isso pode significar que os resultados obtidos pelo uso dos medicamentos à base de plantas serão mais lentos, porém menos prejudiciais ao organismo.

ERVAS E PLANTAS CALMANTES

Erva Cidreira
A erva cidreira, também conhecida como melissa, atua como um calmante natural porque contém óleos essenciais capazes de agir no sistema nervoso central. Os compostos da melissa equilibram a produção de serotonina, substância responsável pela sensação de tranquilidade e bem estar. Por isso, a planta é indicada em casos de ansiedade, estresse e insônia.
Para aprender a fazer a infusão, vite o artigo Chá de erva cidreira.

Camomila

O efeito benéfico da camomila, é principalmente, a presença de óleos que atuam no sistema neuronal. Em um estudo cego, cruzado e controlado com placebos, o óleo extraído da camomila se mostrou como um eficiente sedativo, além de trazer melhoras para o humor. A planta é mais indicada para casos de insônia e, combinada com outras ervas, ajuda no controle da ansiedade.




Erva de São João (Hipérico)

Segundo estudos, a erva de são João é mais eficaz no combate à depressão. Em comparação a placebos e medicamentos alopáticos, a erva se mostra tão ou mais eficiente que o remédio tradicional para casos de depressão leve ou moderado. A planta também ajuda na melhoria do sono e controle da ansiedade. Os medicamentos produzidos com o extrato da erva-de-são-joão são mais indicados, mas o chá da planta também é uma opção.
A erva-de-são-joão é um calmante natural

Passiflora

A passiflora contém substâncias que atuam no sistema nervoso central e rearranjam os neurotransmissores. Elas também estimulam a produção de serotonina que, como comentamos antes, causa a sensação de bem estar. Por isso, a passiflora é tida como um calmante natural, além de ser um sedativo leve. Essas características fazem com que os remédios feitos a partir da planta sejam indicados para tratar a ansiedade, o estresse, a insônia e alguns sintomas da depressão.

Valeriana

A raiz da valeriana é amplamente usada na produção de fitoterápicos com efeito calmante e ansiolítico. Muitos médicos a utilizam para descontinuar tratamentos alopáticos com substâncias que causam dependência e efeitos colaterais. Apesar de atuar nos neurotransmissores, a valeriana não causa dependência química e, quando consumida corretamente, tem poucas contraindicações. Seu uso é indicado no tratamento da ansiedade, da insônia e do estresse.

Apesar de todos os benefícios já comentados, é sempre importante salientar que ervas; plantas e medicamentos fitoterápicos devem ser usados com cautela.
Com relação a esses tratamentos naturais, muita gente acredita que “se não fizer bem, mal não há de fazer”. Porém essa afirmativa é um mito, pois as substâncias químicas encontradas em plantas medicinais também podem causar efeitos colaterais e reagir com outros medicamentos.
Assim, o uso de medicamentos naturais e caseiros não dispensa a consulta com um especialista. Grávidas devem tomar cuidado redobrado com chás e ervas, pois eles podem interferir na gestação.

A alimentação também é importante no tratamento desses distúrbios, procure um naturopata para que ele passe um programa de alimentação natural.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

UM POUCO SOBRE A HIPERTENSÃO

Entendendo a Hipertensão
O sangue ao ser bombeado pelo coração para irrigar os órgãos ele exerce uma força contra as paredes das artérias. Quando a força que esse sangue precisa fazer está aumentada, isto é, as artérias oferecem resistência para a passagem do sangue dizemos que há hipertensão arterial, ou popularmente pressão alta.

O coração trabalha em dois movimentos:
Contração para expulsar o sangue. A força é máxima; processo pelo qual é chamado de sístole.
Relaxamento do coração entre as contrações cardíacas. A força é mínima; processo conhecido como diástole.
Órgãos-alvo da hipertensão:
O coração (risco de cardiopatia como a insuficiência cardíaca ou infarto do miocárdio), o cérebro (AVC – acidente vascular cerebral), vasos e rins (insuficiência renal). A pressão arterial é resultado de um produto:
Débito Cardíaco x Resistência Vascular Periférica.
Podemos dizer que, quando houver um aumento no volume de sangue a ser ejetado, por exemplo, quando os rins não funcionam normalmente ou quando o coração contrai de modo insuficiente, ou quando a frequência cardíaca aumenta, isto é, o coração bate mais vezes por minuto para ejetar um determinado volume de sangue, ou quando a resistência oferecida pelas artérias para a passagem do sangue estiver aumentada, ocorre aumento da pressão arterial.
Podendo ser também; as artérias de maior calibre perderem sua flexibilidade normal e tornarem-se rígidas, de modo que elas não conseguem expandir para permitir a passagem do sangue bombeado pelo coração. Assim sendo, o sangue ejetado em cada batimento cardíaco é forçado através de um espaço menor provocando a elevação da pressão arterial.
Para ser mais específico; a pressão alta é, em última análise, o aumento da resistência vascular. Isto pode acontecer, por exemplo, quando artérias muito finas (arteríolas) se contraem temporariamente devido à estimulação nervosa ou por hormônios presentes no sangue.

Pressão não de tira se MEDE.
A pressão arterial é a pressão que o sangue exerce na parede das artérias. Ela é medida em milímetros de mercúrio.
Com esta medida, são determinadas duas pressões:
Máxima: Quando o coração se contrai, temos uma pressão máxima (sistólica).
Mínima: Quando ele se dilata, temos uma pressão mínima (diastólica).
A pressão arterial é transcrita com o valor da pressão sistólica seguido por uma barra e o valor da pressão diastólica. Por exemplo: 120/80mmHg (milímetros de mercúrio) – Que se lê-: cento e vinte por oitenta.
Valor ótimo de pressão arterial: <120 mmHg>
Valor normal de pressão arterial: <80 mmHg>
Como reconhecer se uma pessoa é Hipertensa?
Classificação da pressão arterial em adultos – quando as pressões sistólica e diastólica de um indivíduo são classificadas em diferentes categorias, a mais alta é utilizada para classificar sua pressão arterial. A pressão arterial ideal para a minimização do risco de problemas cardiovasculares situa-se abaixo de 120/80 mmHg.
Para a maioria da população, a pressão arterial deve estar abaixo de 140/90 mmHg, exceto para os diabéticos 130/85 mmHg.
Quais são as causas da hipertensão?
Às vezes não conseguimos saber com precisão as causas da hipertensão arterial, mas sabemos que muitos fatores podem ser responsáveis.
FATORES EXTERNOS:
Hereditariedade: Recebemos a pré-disposição, que pode apresentar-se em vários membros da família.
Idade: O envelhecimento aumenta o risco em ambos os sexos.
Raça: Pessoas da raça negra são mais propensas a pressão alta.

Algumas possíveis explicações para prevalência da Hipertensão Arterial na população negra são as seguintes:

– Os negros apresentam maior incidência de baixo peso ao nascerem;
-Experimentam uma menor queda de pressão arterial durante o sono;
-Possuem maior grau de hipertrofia do coração;
-Em de muitos enquadrarem-se num nível sócio-econômico baixo, o acesso à serviços adequados de saúde encontra-se prejudicado, o que pode gerar uma série de complicações  desde o diagnóstico e tratamento;
-Encontram-se expostos em maior grau às situações psicossociais:
-Apresentam maior prevalência de obesidade;
-São mais sensíveis ao sal.

Outra explicação intrigante de cunho histórico especula que a maior incidência de hipertensos na raça negra pode ser justificada como uma decorrência dos tempos de escravidão. Nessa linha de raciocínio, o legado desse período não se restringiria apenas ao campo. Sócio-econômico-cultural-subjetivo, mas seria ampliado ao campo genético.

A taxa de mortalidade dos africanos escravizados durante a viagem girava em torno dos 30%. As diferentes causas abrangiam o suicídio e diversos tipos de infecções. No entanto, as causas de morte mais recorrentes eram Desidratação e Doenças Diarreicas. O que se infere é que a grande maioria dos sobreviventes possuía uma capacidade maior de retenção de sal e justamente por isso, demonstravam uma maior resistência às anormalidades eletrolíticas letais. Dessa maneira, o menor teor de sal no suor refletia a probabilidade do negro escravizado de sobreviver à viagem.

Peso: A obesidade se torna um fator de risco.
FATORES INTERNOS:
Falta de exercício: A vida sedentária contribui para o excesso de peso.
Má alimentação: pouco consumo de frutas e verduras e aumento do consumo de comida rápida
Sal em excesso: pode facilitar e agravar a hipertensão arterial.
Álcool: O consumo exagerado de compromete a pressão arterial.
Tabagismo: é um fator de risco das doenças cardiovasculares
Estresse: excesso de trabalho, angústia, preocupações e ansiedade podem ser responsáveis pela elevação da pressão.

OUTROS FATORES
Hábitos alimentares errôneos..
Obesidade - alcançar o peso corporal ideal é obrigatório no combate à hipertensão. A redução do peso corporal deve ser o primeiro objetivo terapêutico para diminuir-se a pressão sanguínea em obesos.
Estilo de vida - sedentarismo, estresse, tabagismo, bebidas alcoólicas e o consumo excessivo de café.
Cafeína - sob tensão e estresse, a ingestão de cafeína pode ser prejudicial, contribuindo para aumentar a pressão arterial.
Álcool - mesmo quantidades moderadas de álcool podem ocasionar hipertensão aguda, devido à maior secreção de adrenalina.
Tabagismo - a resposta hipertensiva à nicotina é devida à estimulação da glândula adrenal, que promove uma maior secreção de adrenalina.
Estresse e problemas emocionais. As técnicas de relaxamento neuropsíquico e muscular, meditação yogue, yoga, acupuntura tradicional chinesa e abhyanga (terapia de massagem indiana ayurveda) apresentam propriedades terapêuticas que muito podem auxiliar na prevenção e no combate efetivo da hipertensão.
Sedentarismo.
Intoxicação orgânica por metais pesados (níveis elevados de chumbo no sangue foram encontrados em um número significante de hipertensos. Também se comprovou que o cádmio (metal pesado presente no cigarro) provoca hipertensão. Os fumantes apresentam níveis baixos de vitamina C no organismo, e de cádmio muito mais elevados.
SINTOMAS:
Normalmente indivíduos com hipertensão arterial não têm sintomas, apesar da coincidência do surgimento de determinados sintomas que muitos, de maneira equivocada, consideram associados à doença, como por exemplo, dores de cabeça, sangramento pelo nariz, tontura, rubor facial e cansaço.
Quando um indivíduo apresenta uma hipertensão arterial grave ou prolongada e não tratada, apresenta dores de cabeça, vômito, dispneia ou falta de ar, agitação e visão borrada decorrência de lesões que afetam o cérebro, os olhos, o coração e os rins.
CONSEQÜÊNCIAS
Caso não seja tratada, a pressão alta pode ocasionar derrames cerebrais, doenças do coração, como infarto, insuficiência cardíaca (aumento do coração) e angina (dor no peito), insuficiência renal ou paralisação dos rins e alterações na visão que podem levar à cegueira.
MEIOS DE PREVENÇÃO
Tenha uma alimentação saudável:
Evite: açúcares e doces, frutas, derivados de leite na forma integral, com gorduras, carnes vermelhas com gorduras aparente e vísceras, temperos prontos, alimentos industrializados que vêm em latas ou vidros, alimentos processados e industrializados como embutidos, conservas, enlatados, defumados, charque.
Prefira: alimentos cozidos, assados, grelhados ou refogados, temperos naturais como limão, ervas, alho, cebola, salsa e cebolinha, frutas, verduras e legumes, produtos lácteos desnatados.
Pratique atividade física pelo menos 5 dias por semana. Faça caminhadas, suba escadas ao invés de usar o elevador, ande de bicicleta, nade, dance.
Diminua a quantidade de sal na comida. Use no máximo 1 colher de chá para toda a alimentação diária. Não utilize saleiro à mesa e não acrescente sal no alimento depois de pronto.
Diminua o consumo de bebidas alcoólicas.
Não fume! Depois da hipertensão, o fumo é o principal fator de risco de doenças cardiovasculares.
Controle o estresse (nervosismo). Tente administrar seus problemas de uma maneira mais tranquila. A “arte de viver bem” é enfrentar os problemas do dia – a – dia com sabedoria e tranquilidade.
Siga as orientações do naturopata, elas contribuirão para o controle da pressão arterial e para a diminuição dos riscos de doenças cardiovasculares:
Se utilizar medicamentos:
Tome as medicações conforme a orientação médica.
Se tiver qualquer dúvida sobre o medicamento, converse com seu médico.
Compareça às consultas regularmente

PREVENÇÃO E TRATAMENTO ATRAVÉS DA ALIMENTAÇÃO E ESTILO DE VIDA

Água: inicialmente; para reduzir a pressão arterial alta de uma forma natural é beber muita água. A água favorece o transporte dos nutrientes, e diminui os níveis de tensão arterial.
Alho: o alho é considerado o alimento mais eficaz na redução da pressão arterial. É excelente para casos de trombose, de endurecimento de artérias e níveis de colesterol alto.
Melancia: a melancia é um ótimo fruto contra a hipertensão, incluindo as suas sementes.
Pimenta: adicionar uma colher de chá de pimenta em meio copo de água morno e beber. Este  remédio é eficaz no tratamento de pressão arterial elevada.
Limão: espremer meio limão num copo de água e beber para alívio imediato de tensão alta.
Mamão: comer mamão fresco de estômago vazio com regularidade é bastante eficaz no tratamento de pressão arterial elevada.
Cebola: misturar meia cebola picada e mel. Tomar 2 colheres de sopa do preparado duas vezes por dia para diminuir a pressão arterial.
Sementes de uva: o teor de vitamina p presente em uvas, especialmente nas grainhas(sementes) das uvas, é útil na tonificação das artérias e na diminuição da pressão arterial.
Exercício físico regular: praticar exercício físico regularmente é um dos passos mais essenciais no tratamento de pressão arterial alta. Se não está habituado a praticar qualquer tipo de desporto, sugerimos que comece devagar, dando por exemplo algums passeios a pé primeiro, e vá aumentado o tempo, o percurso e a velocidade, à medida que se for sentindo mais confortável, sem nunca esforçar fisicamente o seu corpo.
O importante é que mexa o corpo, e se permita gostar da atividade física como algo natural. A prática de exercício físico irá reduzir seus níveis de stress, aumentar a autoestima e reforçar o seu sistema imunologico. Como resultados visíveis irá ter uma redução da fadiga e estabilização dos níveis normais de tensão arterial.
Meditação: através da prática de yoga e meditação consegue-se reduzir substancialmente os níveis de tensão arterial. Simples 10 minutos por dia de meditação são benéficos no tratamento de tensão arterial alta. Asanas do yoga, tais como suryanamaskar, makarasana, matsyasana, vajrasana, ardhpadmasana, pavanmuktasana, shavasana e pranayama simples como viloma anuloma e respiração abdominal são benéficas.
O tratamento naturopático muito pode beneficiar as pessoas que sofrem de hipertensão arterial. É preciso, no entanto, combater-se a automedicação e somente fazer-se uso de remédios e medicamentos sob a orientação e a prescrição de um profissional da área de saúde, no consultório.
Dieta – deve ser rica em alimentos que contenham muito potássio (vegetais e frutas: aspargo, abacate, cenoura crua, milho, feijão cozido, batata, espinafre cozido, tomate cru, maçã, abricó seco, banana, melão, laranja, pêssego, ameixa e morango) e ácidos graxos essenciais (ômega-3 e 6) Linhaça.
O consumo diário de potássio (poderoso metal alcalino contra hipertensão) deve totalizar 7 gramas por dia. Deve ser pobre em gordura saturada, açúcar e sal de cozinha. Uma dieta basicamente vegetariana e rica em fibras (principalmente as das frutas) deve ser adotada.
O consumo excessivo de cloreto de sódio (sal de cozinha) na dieta, associado a uma ingestão menor de potássio dietético pode ocasionar um aumento de retenção de água no organismo e prejudicar os mecanismos reguladores da pressão sanguínea. É aconselhável substituir o cloreto de sódio por cloreto de potássio. O sódio pode provocar danos nos vasos sanguíneos cerebrais e derrames (AVC).
A dieta vegetariana contém mais potássio, carboidratos complexos, gordura poliinsaturada (considerada saudável), fibras (farelo de aveia, pectina da maçã, sementes de Plantago psyllium L., etc.), cálcio, vitamina A e C (hipertensão arterial e derrame são mais comuns entre pessoas que consomem menor quantidade dessa vitamina), e magnésio, que podem auxiliar no combate da hipertensão arterial. Deve-se evitar o consumo de açúcar, pois ele promove maior retenção de sódio no organismo e aumenta a produção de adrenalina, o que ocasiona vasoconstrição.
Alimentos que podem baixar a pressão arterial
Aipo (recomenda-se comer ou tomar o suco concentrado de dois talos frescos de aipo por dia durante uma semana); alho (um estudo da “Universidade Oeste Virgínia” – Estados Unidos, concluiu que temperar diariamente os alimentos com alho contribui para diminuir o risco de câncer de bexiga; segundo os pesquisadores, o alho fortalece o sistema imunológico, levando-o a destruir as células cancerígenas), cebola (rica em adenosina, um relaxante muscular) e cebolinha (Allium fistulosum, esses três temperos são da família das alliaceas, gênero Allium; apresentam compostos sulfurados – enxofre –, úteis ao sistema imunológico; no fígado, estimulam enzimas responsáveis pela desintoxicação do organismo; combatem microrganismos patogênicos nos intestinos; já os metais antioxidantes neles presentes auxiliam o sistema imunológico; e o potássio ajuda a reduzir a pressão arterial); peixes gordos (salmão, cavalinha, arenque, sardinha e atum, ricos em ácidos graxos ômega-3; recomenda-se o consumo de três porções de peixe por semana para combater a hipertensão), frutas, vegetais, azeite de oliva, alimentos ricos em cálcio e potássio.
Temperos que podem ser usados – alecrim, alho, alho-poró, cebola, salsa, cebolinha, coentro, orégano, louro, manjericão, páprica, urucum, salsão, limão e pimentão.
Temperos e alimentos que dever ser evitados – sal de alho, aipo e; extrato de carne; fermento em pó; ketchup; mostarda em pó; glutamato monossódico; molhos prontos; bolachas de água e sal; salgadinhos empacotados; carnes em conservas; embutidos; bacalhau; carne seca; azeitonas; mostarda; enlatados (ervilhas, cenoura, palmito, tomate, repolho, etc.); misturas prontas para bolos; pastéis; tortas; e queijos.
Considerações nutricionais – cálcio (couve, brócolis, nabo, sardinha e salmão); ácidos graxos essenciais (ômega-3; o ácido linoléico, encontrado nos óleos vegetais, apresenta uma ação hipotensiva; o uso de aspirina neutraliza o efeito desses óleos); coenzima Q10; vitamina A, C e E; complexo B; bioflavonóides; zinco; complexo enzimático (concentrado com protease, lípase, amilase e lactase); lactobacilos acidófilos e sementes douradas de linhaça.
Remédios botânicos – extrato seco de alho (Allium sativum); cebola (Allium cepa L.); Taraxacum officinale (Dente-de-leão; diurético, desintoxicante, levemente laxante sem irritar a mucosa dos intestinos, depurativo do sangue e fonte vegetal de iodo); Crataegus monogyna; Humulus lupulus (Lúpulo; efeito tônico e diurético); Viscum album (em formulação homeopática D4); Valeriana officinalis; Centella asiatica; Passiflora incarnata (Maracujá); Sarpagandha (Rauwolfia serpentina); Jatamansi (Nardostachys jatamansi); Salsaparrilha (Smilax spp; sudorífica, dedepurativa, diurética, antiinflamatória e anti-reumática); Guggulu (Balsamodendron mukul); e Arjuna (Terminalia arjuna).

ALIMENTOS QUE COMBATEM A HIPERTENSÃO
1. Aveia

Por se tratar de um carboidrato rico em fibras, vitaminas e minerais, o acréscimo da aveia na alimentação é dica sempre presente. Para os hipertensos, sua principal função é a diminuição nos níveis de glicose, o que ajuda a emagrecer.
 Aveia colabora na diminuição nos níveis de glicose.

2. Azeite de oliva

Estudo financiado pela British Heart Foundation mostra que o consumo de azeite de oliva auxilia na redução da pressão. A resposta está nos ácidos-graxos presentes no alimento, que induzem a vasodilatação, ao inibirem a presença da enzima epóxido hidrolase solúvel.
3. Grãos de chia

Trata-se de um alimento leve que, no entanto, cria rápida sensação de saciedade. Além de conter componentes como ferro e fibras, ele é rico em Ômega 3, que ajuda na boa circulação sanguínea.


4. Espinafre

Mais do que evitar o sódio, também vale a pena investir em alimentos capazes de diminuir os níveis de sal presentes no corpo, através da ingestão de potássio. Ao comprar o espinafre, dê preferência a folhas com tons mais escuros de verde.
 Espinafre ajuda a diminuir os níveis de sal presentes no corpo.




5. Mirtilo

Sua indicação se dá por conta da alta concentração de antocianinas, pigmento que proporciona aos alimentos coloração que vai do roxo ao vermelho. Seu segredo está no efeito antioxidante, que ajuda a afastar problemas cardíacos.


6. Couve

O cálcio presente na couve também auxilia a eliminação o sódio e, assim, faz com que a pressão sanguínea diminua. No entanto, prefira aqueles ditos orgânicos.






Algumas receitas de chás naturais para ajudar a controlar a pressão

RECEITA 1 CHUCHU
Faça um chá com miolo de chuchu:
Fervendo uma xícara de água e colocando pedaços da polpa do chuchu, deixando em infusão por 10 minutos.
Beber uma xícara a cada três horas.

 RECEITA 2 FOLHAS DE AMOREIRA

Coloque um punhado de folhas frescas de amoreira em infusão em um litro e meio de água fervente e deixe em repouso por alguns minutos até que esfrie. Coe e vá bebendo pequenos cálices desse chá ao longo do dia.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

CAROÇO DO ABACATE

Os antioxidantes do abacate podem nos ajudar a combater o envelhecimento precoce da pele. Além disso, esta fruta contribui para a produção de colágeno e evita o surgimento de rugas.

O abacate é uma fruta deliciosa com múltiplos benefícios para a saúde e a beleza, graças ao seu alto teor de antioxidantes e gorduras naturais que nos ajudam a manter uma vida mais saudável. O que a maioria das pessoas ignora é que a semente do abacate também tem um alto valor nutricional e várias propriedades que podem contribuir para uma melhor qualidade de vida e prevenir diferentes problemas de saúde.
Por costume e gosto, quase sempre utilizamos a polpa do abacate como alimento para aproveitar todas as propriedades desta fruta e descartamos a semente porque desconhecemos seus maravilhosos benefícios. O que poucos sabem, é que a semente do abacate possui uma boa quantidade de fibras e aminoácidos, que são essenciais para a prevenção e tratamento de várias doenças. Que saber mais sobre a semente do abacate? Leia a seguir.

Propriedades do caroço de abacate
Tem poder antimicrobiano, antifúngico, antibiótico natural, anti-inflamatório, antibacteriano, antiviral, antioxidante e termogênico.
Altas concentrações de fibras dietéticas e 70% dos antioxidantes presentes na fruta estão nele. Estudos em ratos apontam para mais uma importante ação: antitumoral – vamos acompanhar e torcer!

Utilização do caroço de abacate
Ele é usado na medicina popular tradicional no combate à proliferação de diversos tipos de fungos como a cândida, na prevenção de úlcera gástrica, inflamações do trato gastrointestinal, problemas estomacais e diarreia. Também é muito usado no tratamento de doenças crônicas que atingem as articulações como artrite e artrose e dores musculares.

Dado ao seu elevado teor de fibras solúveis, seu consumo diminui o colesterol ruim e melhora o trânsito intestinal. Sua poderosa ação antioxidante combate os radicais livres e previne doenças cardiorrespiratórias e AVC, e fortalece, ainda, o sistema imunológico.

Controla o colesterol
O abacate é um alimento que pode nos ajudar a regular os níveis de colesterol ruim no sangue, enquanto aumenta os níveis de colesterol bom. O que muitas pessoas não sabem, é que 70% dos aminoácidos está na semente do abacate, ou seja, na parte da fruta que, quase sempre, é jogada fora. O consumo da semente do abacate pode controlar os níveis de colesterol ruim no sangue e, por sua vez, reduz o risco de doenças cardiovasculares.

Combate problemas estomacais

A semente do abacate proporciona resultados muito eficazes no tratamento de uma inflamação do trato gastrointestinal, bem como para diarreias. Para aproveitar ao máximo este benefício, utilize meia semente média picada de um abacate, adicione uma xícara de água fervente, deixe descansar por 15 minutos e consuma ainda quente. Além disso, a semente do abacate também pode ajudar a combater infecções e alguns outros problemas estomacais.
É antitumoral
Estudos realizados em cobaias demonstraram que a semente do abacate pode evitar o desenvolvimento de tumores graças ao seu alto teor de flavonoides.
Ajuda a reduzir o peso

A semente do abacate possui um efeito termogênico, que pode ajudar a queimar gorduras mais facilmente, desde que seja associada a uma dieta saudável e à prática de exercícios físicos. Para aproveitar este benefício, deve-se preparar um chá utilizando uma semente triturada com meio litro de água fervendo. Consuma três vezes ao dia.
Fortalece o sistema imunológico
Graças às suas grandes propriedades anti-inflamatórias, a semente do abacate também é aliada do sistema imunológico, ajudando a mantê-lo forte no combate contra infecções e problemas respiratórios. Além do mais, esta propriedade também serve como remédio para pessoas que sofrem de artrites e outras doenças articulares.
Previne o envelhecimento precoce

As sementes de abacate têm um alto conteúdo de antioxidantes que nos ajudam a prevenir o envelhecimento precoce; também contribui para a produção de colágeno na pele, evitando a aparição prematura de rugas e mantendo uma aparência jovem e suave.
Combate à catarata
A semente do abacate também pode ajudar a diminuir a catarata. Para isso, basta aplicar sobre os olhos duas ou três gotas da polpa da semente diluída, no período da manhã e à noite. O suco deve estar fresco e livre de germes.

Cabelos brilhantes

A semente do abacate contém um azeite natural parecido ao azeite de oliva. Este azeite é utilizado para fins cosméticos e um de seus maiores benefícios é proporcionar um brilho incrível para o cabelo, além de prevenir a caspa.
Tratar a tireoide
De acordo com pesquisas de médicos realizadas na Europa, a semente do abacate possui nutrientes e propriedades essenciais que ajudam a controlar problemas na tireoide, beneficiando especialmente pessoas acima do peso.

Como podemos aproveitar a semente do abacate?


Considerando todos os benefícios da semente do abacate, da próxima vez que consumir essa fruta, não a desperdice. Para aproveitar seus benefícios pode consumi-la através de chás, incluí-la em saladas, usar em bebidas, usar somente a semente, entre outros. Para isso, recomenda-se lavar bem, secar, ralar, torrar, assar e consumir.


ABACATE NO COMBATE A DOENÇAS E FORTALECIMENTO DA IMUNIDADE
O abacate é uma fruta bastante benéfica para a nossa saúde.
Boa parte das pessoas certamente sabe disso.
O que muito pouca gente sabe é que o caroço (ou a semente) de abacate é um tesouro medicinal.
E somente o desconhecimento justifica o fato de que se coma o abacate e não se aproveite o caroço.
Então você deve estar perguntando: "Mas como eu vou usar o caroço?"
Existem várias maneiras e uma delas vamos ensinar adiante.
Mas antes vamos mostrar um pouco dos poderes do caroço de abacate.
O caroço de abacate é um potente antifúngico e antibiótico natural.
Ele combate fungos, como a cândida, além de nos proteger dos efeitos da picada do mosquito que transmite a febre amarela.
As propriedades anti-inflamatórias do caroço de abacate ajudam os que sofrem com doenças que atingem as articulações, como artrite e tendinite.
Ele também aumenta as defesas do corpo, ou seja, fortalece o sistema imunológico.
E alivia diarreias e inflamações no aparelho digestivo, prevenindo a formação de úlceras gástricas.
Por possuir atividade termogênica, o caroço de abacate ajuda a eliminar gordura localizada.

Os índios confiam muito no poder curativo do caroço e o utilizam para tratar desde diarreias, dores musculares, furúnculos, transtornos nos rins e fígado até males mais sérios, como catarata, epilepsia e problemas na tireoide.

Como usar o caroço de abacate
Há várias formas.

Como alimento – triture o caroço em um processador ou liquidificador e consuma junto com a comida, em sucos, iogurte, etc. O gosto é um pouco amargo, comece usando uma parte pequena do caroço até ir se acostumando com o sabor e a textura. Triture só que for consumir e conserve o resto em um recipiente fechado na geladeira.

Tintura – cortar 1 caroço de abacate em vários pedaços e colocar dentro de 1 litro de álcool; deixe agir por 1 semana e passe nas articulações e pontos doloridos. Existem outras receitas de tintura, ralando ou fervendo o caroço.

O óleo extraído do caroço ativa a produção de colágeno, suaviza rugas e linhas de expressão, estimula o crescimento dos cabelos, dando brilho e maciez. Para isso, ele é usado diretamente na pele, umectação de cabelos e massagens no couro cabeludo.

Podemos também usar como extrato e farinha.

Vamos às receitas

EXTRATO

INGREDIENTES
4 colheres (sopa) do caroço de abacate ralado
Meio litro de vinho branco

MODO DE PREPARO
Coloque quatro colheres (sopa) de caroço de abacate dentro de meio litro de vinho branco.
Deixe descansar por sete dias.
Tome dois cálices diariamente, à tarde e à noite.
Mas não exceda a dose, pois pode provocar irritação gástrica.

FARINHA

INGREDIENTES
1 caroço de abacate

MODO DE PREPARO
Rale o caroço e coloque-o no sol, coberto por um tecido como voal, para secar.
Depois, bata no liquidificador e passe numa peneira bem fina.
Conserve num pote bem fechado, na geladeira, e tome 1 colher (sopa) nas refeições.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

AÇÚCARES

Faça opção pela saúde da sua família: açúcar mascavo. O açúcar mascavo contém proteínas, gordura, cálcio, fósforo, ferro, vitamina B1, B2, niacina, vitamina C, sódio, potássio, magnésio, cobre e zinco, enquanto o açúcar refinado contém 0 (zero) desses nutrientes, e ainda rouba o estoque de minerais do organismo para ser digerido e absorvido.

O açúcar mascavo é mais escuro, marrom ou dourado, exatamente porque ainda não perdeu o melaço da cana. Quanto mais escuro o açúcar, mais vitaminas e minerais ele tem. Mas não se engane ele continua sendo tão calórico e prejudicial quanto o branco e oferece as mesmas restrições de consumo aos diabéticos.
Pelo fato do açúcar mascavo não ter recebido o tratamento químico que os cristais branquinhos receberam já é motivo suficiente para investir na substituição.

O açúcar branco é o resultado de um processamento químico que retira da garapa a sacarose branca e adiciona produtos químicos – desconhecidos em sua maioria –, sendo que aditivos como clarificantes, antiumectantes, precipitadores e conservantes pertencem a grupos químicos sintéticos muitas vezes cancerígenos e sempre danosos à saúde. Devemos considera-lo como um produto quimicamente ativo, pois, sendo o resultado de uma síntese química e um produto concentrado. Quando são retiradas da garapa e do mascavo suas fibras, proteínas, sais minerais, vitaminas tec., resta apenas o carboidrato, pobre, isolado, razão pela qual devemos considerar o açúcar como um produto químico e não um alimento.
Em relação as calorias, o açúcar refinado tem maior teor calórico (99 cal.), enquanto o açúcar mascavo tem 90 cal /100 gr do alimento. Só nos E.U.A, a média de consumo diário por pessoa é de 300 gramas, o que equivale a 9 quilos/mês ou 100 quilos/ano por pessoa.
O açúcar mascavo contém proteínas, gordura, cálcio, fósforo, ferro, vitamina B1, B2, niacina, vitamina C, sódio, potássio, magnésio, cobre e zinco, enquanto o açúcar refinado contém 0 (zero) desses nutrientes, e ainda rouba o estoque de minerais do organismo para ser  digerido e absorvido. 
EFEITOS DECORRENTES DA INGESTÃO DIÁRIA DE AÇÚCAR BRANCO
·   Perda lenta e constante de magnésio: infecções, câncer.
·   Perda lenta e constante de cálcio: cáries, osteoporose.
·   Precipitação e retenção de sais de cálcio: arteriosclerose.
·   Perda lenta e constante de vitaminas do complexo B, zinco e cromo: baixa imunidade, câncer de próstata  e diabetes.
·   Formação de placas bacterianas no sulco gengival: doença periodontal.
·   Acidificação constante do sangue: o organismo rouba cálcio dos ossos para neutralizar essa acidificação; desequilíbrio imunológico.
·   Perturbação do metabolismo glicídio: hiperglicemia, depressão e diabetes.
·   Perturbação do metabolismo lipídico: obesidade e aterosclerose.
Podemos considerar também o açúcar como cancerizante, pois é imunodepressor, quer dizer, faz diminuir a capacidade do organismo quanto às suas defesas e principalmente por eliminar o importante íon magnésio, devido à forma excessiva como é consumido hoje.
A incidência do câncer de mama pode variar consideravelmente de um país para outro. Muito rara no Japão, por exemplo, a doença torna-se comum entre as japonesas que imigram para os Estados Unidos. Depois de estudar diversos fatores que explicassem o fenômeno, os cientistas Stephen Seely, da Universidade de Manchester, na Inglaterra, e D. F. Horrobin, do Instituto e Pesquisa Efamol, de Kentville, no Canadá, concentram suas atenções num deles, a alimentação – e, em  artigo publicado na última edição da revista inglesa New Scientist, levantaram a hipótese de que uma das causas do câncer de mama possa ser o açúcar.
Seely e Horrobin compararam os índices de consumo per capita de açúcar e as taxas de mortalidade por câncer de mama em vinte dos países mais ricos do mundo. Revelou-se que as nações que mais comem açúcar são exatamente as que apresentam mais óbitos – por ordem decrescente, a Grã-Bretanha, a Holanda, a Irlanda, a Dinamarca e o Canadá.
Os cientistas avançam uma explicação para as propriedades cancerígenas das sobremesas. Uma parte da glicose contida no açúcar – cerca de 30 por cento – vai direto para a corrente sanguínea. Para fazer face e esse súbito aumento da taxa de glicose no sangue, o pâncreas produz mais insulina, o hormônio encarregado de queimar açúcar. O tecido mamário depende desse hormônio para crescer. O mesmo acontece com as células do câncer de mama. Seely e Horrobin supõem que a inundação do seio pela insulina, em seguida à ingestão de açúcar, criaria assim as condições ideais para o surgimento do tumor.
Como se pode notar é mil vezes melhor ingerir açúcar mascavo que nos dá minerais e vitaminas do que açúcar refinado, que nos rouba as vitaminas e minerais estocados no organismo, prejudicando o funcionamento das nossas células, tecidos e conseqüentemente de todo o organismo, gerando doenças como:
·   Arteriosclerose (endurecimento das artérias)
·   Aterosclerose (placas de gordura coladas nas artérias)
·   Cálculos biliares
·   Câncer / Obesidade
·   Cáries dentárias / Osteoporose
·   Deficiência imunológica / Depressão
·   Diabetes mellitus / Hiperglicemia
Diferença entre os tipos de açúcares

Refinado
Também conhecido como açúcar branco, é o açúcar mais comum nos supermercados. No refinamento, aditivos químicos como o enxofre tornam o produto branco e delicioso. O lado ruim é que esse processo retira vitaminas e sais minerais, deixando apenas as "calorias vazias" (sem nutrientes)

Mascavo
É o açúcar bruto, escuro e úmido, extraído depois do cozimento do caldo de cana. Como o açúcar mascavo não passa pela etapa de refinamento, ele conserva o cálcio, o ferro e os sais minerais. Mas seu gosto, bem parecido com o do caldo de cana.

Cristal
É o açúcar com cristais grandes e transparentes, difíceis de serem dissolvidos em água. Depois do cozimento, ele passa apenas por um refinamento leve, que retira "só" 90% dos sais mineirais. Por ser econômico e render bastante, o açúcar cristal sempre aparece nas receitas de bolos e doces

Demerara

Também usada no preparo de doces, esse açúcar de nome estranho é um dos tipos mais caros. Ele passa por um refinamento leve e não recebe nenhum aditivo químico. Por isso, seus grãos são marrom-claros e têm valores nutricionais altos, parecidos com os do açúcar mascavo.
Adaptação texto Dr. Marcio Bontempo