sexta-feira, 4 de agosto de 2017

MAGNÉSIO O MINERAL MÁGICO

O magnésio é essencial para o bom funcionamento do organismo.
Todos os órgãos do corpo utilizam esse mineral, em especial o coração, os rins e os músculos.Boa parte do magnésio que consumimos se armazena nos ossos.
Daí a importância dele para tornar os ossos fortes e resistentes.
Como apenas 1% do magnésio do nosso corpo se encontra no sangue, uma análise do sangue não será suficiente para diagnosticar a deficiência do mineral.
Por isso é bem possível seu corpo estar com carência de magnésio e você não saber disso, razão pela qual a deficiência de magnésio tem sido apelidada de "deficiência invisível".
A principal forma de assimilar magnésio é pela alimentação. Infelizmente, o solo brasileiro é pobre em magnésio, mais presente em terras vulcânicas. Melhor sorte têm os japoneses: o solo do Japão é rico em magnésio, com uma boa relação entre ele e o cálcio.
O resultado é que possivelmente 80% da nossa população não está recebendo magnésio suficiente e pode ser deficiente dele.
A quantidade diária de magnésio recomendada para mulheres é de 310-320 miligramas e para os homens é de 400-420 miligramas.
O Dr. Carolyn Dean, médico e naturopata americano, defende dose um pouco maior que o padrão recomendado, para se fortalecer e ajudar o organismo a funcionar corretamente.
Os principais sintomas da deficiência de magnésio são:
- perda do apetite
- constipação
- dores de cabeça
- vertigem e tontura
- náuseas
- fraqueza e cansaço constante
- pressão no peito e dificuldade em engolir, com sensação de "caroço" na garganta
- tremores
- insônia
Se a deficiência for grave, os sintomas também serão mais graves:
- cãibras frequentes
- fotofobia (sensibilidade à luz) - visão turva
- intumescimento e formigamento nas extremidades
- convulsões
- mudança de humor
- alucinações e delírio
- ritmo cardíaco anormal
- degeneração da cartilagem
Uma boa maneira de saber se você está assimilando magnésio suficiente é o "teste do intestino": você sabe quando você tem muito magnésio quando as fezes tornam-se "frouxas", macias.
A prisão de ventre pode ser, portanto, uma das muitas maneiras de manifestação da deficiência de magnésio.
O magnésio é muito importante para o corpo humano.
Durante muito tempo, acreditou-se que o magnésio era necessário apenas para o coração e os ossos.
Hoje, porém, já se sabe que esse pensamento está errado.
O magnésio participa de nada mais, nada menos que 350 reações enzimáticas necessárias à vida!
Infelizmente, o poder dele tem sido subestimado ao longo do tempo.
O magnésio é útil para:
- desintoxicar o corpo e evitar danos causados pela poluição ambiental, substâncias químicas nocivas e metais pesados
- deixar músculos e nervos dispostos
- melhorar a qualidade do sono e repouso
- ativar o trifosfato de adenosina (ATP), que fornece energia para o corpo
- aliviar dores em geral, especialmente as das articulações
- facilitar a digestão de proteínas, carboidratos e gorduras
- dar força e flexibilidade aos músculos; é por isso muito importante para atletas
- ajudar a equilibrar os nervos
- impedir problemas da próstata
- prevenir diabetes

Estudos mostraram que que uma dose maior de magnésio reduziu consideravelmente o risco de desenvolver diabetes tipo 2 e também diminuiu a progressão em pacientes pré-diabéticos
- diminuir o risco de fraturas
- reduzir o risco de câncer, especialmente o de cólon e reto
- alcalinizar o corpo
- reduzir convulsões
Dicas para aumentar os níveis de magnésio
Uma boa maneira aumentar o magnésio no corpo é consumir sucos verdes.
Faça a opção por alimentos orgânicos, pois os fertilizantes e herbicidas impedem a absorção de magnésio.
Além disso, consuma sempre uma boa quantidade de alimentos crus porque, quando eles são altamente processados ou cozidos, o magnésio diminui.
 A vitamina D facilita a absorção de magnésio no corpo.
 Evite bebidas alcoólicas porque o álcool atrapalha a absorção de vitamina D e, por consequência, de magnésio.
 O consumo excessivo de açúcar também interfere negativamente na absorção de magnésio.
 O mesmo acontece com a cafeína.
Algumas fontes naturais de magnésio:
 - algas marinhas
 - peixes
 - as folhas verdes
 - frutas como banana, damasco, pêssego e ameixa
 - cacau puro e chocolate amargo
 - grãos e sementes como a de abóbora, gergelim, girassol, lentilha e ervilha
 - cereais como aveia e arroz integral
 - nozes, amêndoas e avelãs
 - germe de trigo
 - abacate
 - batatas
 - broto de alfafa
 - abóbora
 - levedura de cerveja
 Mesmo consumindo esses alimentos, você ainda corre o risco de ter carência de magnésio.
 Isso porque, a maioria dos solos, incluindo o brasileiro, são pobres nesse mineral.
 Logo, os alimentos produzidos nesses solos também serão pobres em magnésio, mesmo que tal alimento seja, em tese, fonte de magnésio.
 Para resolver esta deficiência de magnésio é possível usar a suplementação. Mas é importante a orientação de um bom naturopata.
 Equilibrar os níveis desse mineral no corpo não é fácil, não basta tomar um suplemento de magnésio e pronto. O magnésio trabalha em conjunto com o cálcio, a vitamina D e a vitamina K2.
 Se você consumir cálcio em excesso e pouco magnésio, pode desencadear um problema cardíaco sério.
 O segredo está na ingestão correta de cada substância. Existe uma interação pelo qual elas se equilibram e funcionam corretamente.

 Os melhores suplementos de magnésio e de melhor absorção, são o glicinato de magnésio, o cloreto de magnésio P.A. e o citrato de magnésio.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

ALIMENTOS QUE AJUDAM A REDUZIR O AÇÚCAR DO SANGUE

O que é a glicose?

É um carboidrato e uma das principais fontes de energia do corpo humano. A glicose é um cristalzinho sólido com sabor adocicado e é um dos produtos da fotossíntese. Ela é o carboidrato fundamental dos carboidratos maiores, juntamente da galactose e da frutose.
A insulina é o hormônio responsável por garantir a entrada da glicose nas células. Produzido no pâncreas, este hormônio controla a quantidade de glicose no sangue e a entrada das mesmas nas células. Quando há, portanto, uma disfunção na produção e na eficiência da insulina, o indivíduo pode vir a desenvolver diabetes mellitus.
Tudo na vida em excesso faz mal, e o mesmo ocorre com a glicose. Ter atenção aos hábitos alimentares é medida fundamental para evitar picos de glicose no sangue e para que o corpo funcione da melhor forma possível. Além disto, a prática de exercícios físicos é muito importante para que os níveis de glicose fiquem também dentro dos valores adequados.
Por que a glicose aumenta?
A insulina, produzida no pâncreas, é o hormônio necessário para que a glicose deixe o sangue e penetre nas células, fornecendo energia para o bom funcionamento do corpo.

Quando há falta de insulina, quando a mesma não atua da maneira correta, quando não há secreção de insulina ou quando ela está sendo bloqueada, por exemplo, a glicose não vai devidamente para as células e fica no sangue, provocando o aumento da glicemia.
O aumento da glicose no sangue é chamado de hiperglicemia e é caracterizado por um cansaço, aumento do volume de urina, visão turva, sede, entre outros sintomas. Quando isto ocorre é preciso tomar atitudes no sentido de reverter o quadro, no caso dos diabéticos, por exemplo, pode haver necessidade de tomar injeção de insulina.
Como baixar a glicose?
Muitas vezes acabamos ingerindo doces e massas em quantidades desnecessárias e até mesmo perigosas, pois deixamos o pâncreas extremamente sobrecarregado. Este pequeno órgão se esforça ao máximo para dar conta de tirar todo o açúcar do sangue e levar para as células, no entanto, nem sempre ele consegue. Além disto, este grande esforço vai desgastando o órgão que com o tempo fica com suas funções prejudicadas.
Para baixar a glicose, antes de tudo, portanto, é preciso ter atenção aos hábitos alimentares. Praticar exercícios físicos regularmente também ajuda bastante, assim como acostumar dormir o necessário e evitar situações de estresse. Evitar tomar cafés, chás e refrigerantes é também indicado, da mesma forma, recomenda-se evitar ao máximo a ingestão de doces.
Alimentos que baixam a glicose

Alguns alimentos podem ajudar a baixar o nível alto de glicose no sangue, sendo que devem ser incluídos diariamente no cardápio para ajudar a manter o nível controlado. Além disto, pessoas que sofrem frequentemente de hiperglicemia devem tomar outros cuidados, tais como realizar exercícios físicos todos os dias, evitar situações de estresse, dormir somente o necessário e evitar, ao máximo, a ingestão de doces.
O abacate é uma das melhores opções para quem quer reduzir o nível de glicose no sangue, pois suas gorduras saudáveis atuam no sentido de estabilizar o nível de insulina, além de ser rico em ácidos graxos mono insaturados, capazes de diminuir o estresse e o risco de doenças cardíacas.
Outra boa opção é a noz, fruto seco rico em ômega 3 capaz de reduzir a glicose no sangue e de regular a insulina. Os peixes são também bastante indicados, assim como o feijão e as verduras frescas. A canela é capaz de reduzir o nível de açúcar no sangue e de controlar o LDL ruim, sendo também bastante indicada. Da mesma forma, recomenda-se o consumo do vinagre antes das refeições, pois faz com que os alimentos fiquem por mais tempo no estômago. Recomenda-se também a ingestão cotidiana de alho e de aveia.
Por fim, é indicado incluir diariamente no cardápio o gérmen de trigo, que evita a acumulação de açúcar no sangue.
E se baixar demais?
Quando há insulina por demais, ou quando a pessoa ingeriu pouco açúcar, pode ocorrer uma queda no nível de glicose no sangue, levando a uma condição chamada de hipoglicemia, ou seja, falta de açúcar no sangue.
A hipoglicemia provoca alguns sintomas, tais como sudorese, palidez, tremores e taquicardia. Neste caso, é preciso tomar medidas de forma a aumentar o açúcar no sangue, sendo recomendado, portanto, consumir algum chocolate ou doce, por exemplo.

Ficar atento ao nível de glicose no sangue é muito importante, especialmente para pessoas que sofrem de diabetes. Diante de casos frequentes de sintomas como os mencionados acima, não deixe de conversar com um profissional para verificar o que realmente está acontecendo com o seu corpo.

terça-feira, 18 de abril de 2017

PLANTAS QUE PODEM SUBSTITUIR ANTI-INFLAMATÓRIOS

Plantas para substituir o paracetamol e o ibuprofeno.

No mundo todo, hoje em dia, há um excesso de uso de medicamentos - para baixar a febre, reduzir as dores, diminuir os processos inflamatórios, são os principais sintomas que incomodam as pessoas, ou que as assustam. Dentre esses, os mais conhecidos são o paracetamol e o ibuprofeno, que já caracterizam uma geração de dependência.

O pior é que esses sintomas, incômodos, é verdade, indicam processos naturais de cura do nosso organismo. A febre, já se sabe, indica a reação positiva do sistema imunológico na sua luta contra micróbios que causam doenças.

 E baixar a febre, só por baixar, não é nada benéfico para essa luta natural do nosso corpo. As inflamações são, nada mais nada menos, do que outra reação benéfica do organismo - quando há uma lesão, o corpo joga linfa (líquido) na região para, com ela, aumentar o número de glóbulos brancos, os guerreiros da nossa saúde. Reduzir a inflamação com um químico pode até diminuir o incômodo na região mas não colabora em nada com a cura. Só o descanso, a boa alimentação e hidratação, o uso de algumas ervas já consagradas há milênios, já seriam o suficiente para ajudar no processo de cura.

Você sabe, antigamente se dizia, “bom senso e canja de galinha” com 7 dias de descanso, é a cura para muitos dos incômodos que sentimos, de viroses (gripes) a entorses.
Mas, quem é que tem os tais 7 dias para descansar e se recuperar naturalmente? Não, ninguém tem, sabemos disso. Somos hoje reféns de um sistema econômico que não valora a vida humana. Somos peças de um xadrez que é jogado até a nossa extenuação total.
Mas, sempre é possível a gente mudar essa realidade, não?
Uma das formas de cuidar da nossa saúde é conhecendo ervas que nos possam ajudar. Dentre essas ressaltamos aqui algumas:

1. Gengibre
Vários estudos realizados na Universidade de Odense, na Dinamarca, apontam que o gengibre (Zinziber officinale) tem efeitos anti-inflamatórios superiores aos do ibuprofeno, fármaco não esteroide dos mais usados.
Gengibre é antibiótico, anti-inflamatório, acalma o sistema digestivo, eficaz no controle de náuseas e vômito, acalma a dor de cabeça e a enxaqueca, estimula o sistema imunológico, protege o cólon contra as lesões cancerosas, elimina as células cancerígenas no câncer de ovário, ajuda em processos de desintoxicação alimentar, alivia a dor da artrite, osteoporose e muscular, alivia os sintomas de inflamação, protege contra a formação de úlceras estomacais, seu uso é benéfico no combate das doenças arteriais coronarianas. Muitos outros usos são relatados na literatura fitoterápica.

2. Cúrcuma
A cúrcuma (Curcuma longa) é usada há 4 mil anos e se sabe que possui propriedades antitumorais, antioxidantes, antiartríticas, anti-inflamatórias, antivirais, antibacterianas, antifúngicas. Segundo uma publicação do Advanced Experimental Medical Biology (2007) “A cúrcuma tem potencial contra diversas doenças como diabetes, alergias, artrites, mal de Alzheimer e muitas outras doenças crônicas”.

3. Salgueiro-branco
Do salgueiro branco (Salix alba) usa-se a casca como analgésico, anti-inflamatório, antipirético, anticoagulante, calmante, adstringente e desintoxicante. Comumente é usado em tratamentos de dores de cabeça e enxaqueca (junto com unha-de-gato e anis-estrelado, para suavizar seu sabor amargo), dores menstruais, ciática, fibromialgia, dores musculares e reumáticas. Também pode ser usado como sedativo natural pois seu chá promove o sono. Em uso tópico, é usado para tratar calos e verrugas, queimaduras e feridas, infecções de pele, infecções bucais, inflamação da garganta. Tem efeito semelhante à aspirina em casos de febre gripal, sem causar rejeição estomacal. Estes são apenas alguns dos usos do salgueiro, cujo princípio ativo é a salicilina.

4. Unha-de-gato

Uncaria tomentosa                          Uncaria guianensis 
                                                          

É um poderoso anti-inflamatório, eficaz para tecidos e terminações nervosas, descongestionante, bactericida, antimutagênico e citostático útil nos tratamentos de tumores cancerígenos, desintoxicante renal e intestinal, promove a cura em casos de diverticulite, colite, hemorroidas, fístulas, gastrite e úlceras. Cura parasitoses, desequilíbrios da flora intestinal e doença de Crohn. Alivia alergias químicas e de pólen, bronquites e asma. Como antiviral, já demonstrou sua eficácia em herpes genital, herpes zoster e aids. Inibe a coagulação e estimula o sistema imunológico.

A unha-de-gato medicinal pertence a duas espécies, Uncaria tomentosa e Uncaria guianensis, trepadeiras lenhosas de ocorrência na floresta Amazônica e outras áreas tropicais da América do Sul e Central. Estes são medicamentos muito usados na América Latina, em comunidades indígenas e camponesas. A Uncaria guianensis apresenta também efeito antitumoral. É importante que não se confunda com a planta ornamental Ficus pumila também chamada de unha-de-gato, que é tóxica.

5. Boswellia
Esta planta é um potente anti-inflamatório e muitos estudos demonstram sua eficácia em comparação com os anti-inflamatórios não esteroides, como o ibuprofeno. A boswellia tem sido usada eficazmente em casos de artrite reumatoide, asma, alergias, colite ulcerativa, doença de Crohn, inchaço das articulações e rigidez matinal nos idosos, inibição de células cancerosas.









6. Pimenta
O princípio ativo curativo da pimenta (Capsicum spp.) é a capsaicina, uma resina oleosa. Tem poderosa ação analgésica pois inibe a liberação do principal neurotransmissor dos estímulos de dor, consequentemente, bloqueia a sua transmissão. O uso da pimenta aumenta a liberação de endorfinas pela glândula pituitária e o hipotálamo. Também é eficaz na redução dos níveis de lipídios no sangue e ajuda a manter equilibrado os níveis de açúcar. A pimenta também ajuda na reparação e reconstituição dos tecidos danificados, melhora as funções estomacais e intestinais e ajuda na prevenção de várias formas de câncer. Também promove perda de peso já que tem a capacidade de elevar a taxa metabólica do organismo. Pode ser usada topicamente para aliviar a dor de neuropatias diabéticas, da osteoartrite e psoríase.

Muitas mais plantas existem, muitas mais plantas a humanidade conhece pois, há milênios estas são usadas na cura dos nossos males.

quarta-feira, 15 de março de 2017

NATUROPATIA E COMO ATUA

A Naturopatia, é uma especialidade da Medicina Tradicional, que faz o enquadramento das terapêuticas não convencionais, tem como objetivo repor o estado de saúde no organismo através de produtos, técnicas e métodos naturais, tais como:
- Alimentação/Dietética naturista adequada
- Fitoterapia (recurso a plantas / suplementos alimentares 100% naturais)
- Hidroterapia
- Massagens terapêuticas
- Iridologia
- Postura
- Argiloterapia
- Ventosoterapia
- Entre outros

A Naturopatia faz com que as pessoas adotem uma nova filosofia de vida onde a alimentação tem um papel extremamente relevante.
Uma boa alimentação agregada ao bom funcionamento dos emunctórios e, recorrendo a programas adequados atinge-se o equilíbrio orgânico aumentando-se o bem-estar das pessoas. Também é fundamental conhecer o historial do paciente para que se entenda as reais necessidades.


Deve-se recorrer à Naturopatia, não só para recuperar o bom funcionamento do organismo, mas também como PREVENÇÃO. Não esquecer de que muitas das patologias se instalam no organismo de forma assintomática, como é o caso, por exemplo, da Diabetes, Problemas Cardiovasculares, que numa grande maioria das vezes quando se diagnostica já é tarde demais.

Frequentemente interrogamo-nos e admiramo-nos até, quando temos conhecimento de uma notícia de que determinada pessoa, nova ou de mais idade, acabou de falecer sem motivo aparente … “Oh! Era uma pessoa tão saudável! Nunca tinha ido ao médico!”.

Pois bem! O motivo estava lá, a patologia instalou-se de forma assintomática que acabou por levar àquele desfecho trágico. Todos nós conhecemos casos de doenças com mortes fulminantes. Ou então, casos de patologias instaladas que se tornaram crônicas e já com graves falências nos órgãos, como sendo a Diabetes e as suas consequências ao nível de: visão, problemas renais, cardiovasculares e circulatórios em especial dos membros inferiores. Os sintomas da doença são causados pelo esforço que o próprio organismo faz no sentido de se auto curar. A prescrição dos remédios/suplementos também devem ser escolhidos em função da pessoa e não só da doença.

Um dos princípios da Naturopatia é de que cada organismo é capaz de suportar determinada doença e dor, mas se tratado a tempo ele próprio terá condições de auto reverter a doença, claro! SE AJUDADO POR ESPECIALISTA, para recuperar e promover a auto cura. Para que isso aconteça é fundamental mudar o estilo de vida. O bem-estar do organismo não se reestabelece sem que se encontre e remova a causa que o afeta. Um sistema imunitário revitalizado/forte não deixa que as patologias se instalem.

O tratamento através da Naturopatia tem cada vez mais sucesso devido à sua eficácia e baixo custo. A Naturopatia não só suporta o sistema de auto cura do nosso corpo, como também, concentra a orientação das pessoas para mudarem o estilo de vida para, assim, obterem uma vida longa e saudável.

O papel do Naturopata é auxiliar no processo de cura e descobrir e eliminar os obstáculos à saúde e de recuperação, estabelecendo um modo de vida saudável interna e externamente. Todo o objetivo centra-se no diagnóstico e remoção das causas primárias da doença ao invés de eliminar ou restringir apenas os sintomas. Eliminando-se também as falsas esperanças do paciente em pensar que está curado. É que quando se mascara sintomas, desaparece a dor mas a patologia continua.

Por isso venha até nós, faça uma consulta de PREVENÇÃO, peça conselhos sobre:
- Alimentação
- Leitura de rótulos dos produtos
- Produtos industrializados

Procure informar-se junto da Clínica, de todas as regras e procedimentos desta especialidade da saúde da Medicina Tradicional com provas dadas ao longo de milénios.
Venha aprender conosco os diferentes sinais que o nosso organismo nos vai enviando. Se estivermos atentos, a energia e equilíbrio do organismo são salvaguardadas. Esses sinais são perceptíveis por todos, só é necessário estarmos atentos.

Um dos sinais, é por exemplo, um estado febril. Em geral, as pessoas num quadro febril tentam logo tomar algo que acabe com o estado de febre, sem se lembrar de que o organismo está a emitir um sinal de que algo não está bem. Com esse procedimento não se percebe a causa. Por isso, vai-se mascarar o motivo que levou a esse estado febril, de modo a que quando voltar a dar sinal, o problema inicial já se agravou.


TENHA SEMPRE EM MENTE QUE A PREVENÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE SINAIS QUE O NOSSO ORGANISMO EMITE SÃO FUNDAMENTAIS PARA O SEU BOM FUNCIONAMENTO.”

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

BROMATOLOGIA

O termo bromatologia é derivado do grego "broma" que significa alimento e "logos" que significa ciência.
Portanto, pode-se definir bromatologia como a ciência que estuda os alimentos. Esta ciência tem como função analisar os alimentos de forma detalhada, ou seja, sua composição química, seu valor nutricional, seu valor energético, suas propriedades físicas e químicas, quais são seus efeitos no organismo, verificar se estes alimentos estão contaminados com elementos tóxicos (arsênio, mercúrio, chumbo, etc.), se contém aditivos, e qualquer outra substância que pode alterar a qualidade do alimento. 
A bromatologia atua em vários segmentos desde o controle de qualidade dos alimentos, até o armazenamento dos mesmos.
Essas análises são muito importantes principalmente para proteger o consumidor de ingerir alimentos não adequados e são feitas por profissionais da área, que são treinados para executar tarefas nos laboratórios da indústria alimentar e institutos relacionados com a nutrição.
A análise dos alimentos pode ser realizada por métodos convencionais, onde geralmente são utilizados vidrarias e reagentes, não sendo necessário o uso de nenhum equipamento sofisticado; como também com métodos instrumentais que precisam do auxílio de equipamentos modernos e sofisticados para fazer as análises.
A escolha do método vai depender do produto a ser analisado, visto que determinado método pode ser mais eficaz para um tipo de alimento e não fornecer bons resultados para outro.
Estes alimentos podem ser secos (em pós ou granulares), líquidos, semi-sólidos, sólidos, úmidos (carnes, peixes e vegetais), pastosos (molhos, pudins, etc.), alimentos líquidos contendo sólidos (compostas de frutas, produtos enlatados em geral, etc.), alimentos com emulsão (margarina, manteiga, maionese), que são analisados rigorosamente para saber se estão em condições para serem ingeridos sem criar problemas.

Os alimentos podem ser classificados em:

Alimento Genuíno: São os alimentos saudáveis, ou seja, que não possuem nenhum tipo de substância não autorizada e cumprem as especificações regulamentarias.
Alimento Adulterado: É o alimento que é, geralmente, impuro, impróprio ou nocivo a saúde. De acordo com a Lei Federal 9.677/98, a adulteração de alimentos é configurada como crime hediondo contra a saúde pública.
Alimento Alterado:  Aquele cuja composição química e as suas características organolépticas foram alteradas por processos físicos, químicos ou microbianos, que podem ocorrer durante a sua fabricação, conservação ou transporte.
Alimento Falsificado: É o alimento elaborado com a finalidade de copiar a aparência e características gerais de outro alimento legítimo, e se denominam como este, porém não são.
Alimento Contaminado: São alimentos que foram contaminados por germes patogênicos ou substâncias químicas capazes de causar doenças ou infecções.
Referências Bibliográficas:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bromatologia
http://www.iqsc.usp.br/iqsc/grupos_pesquisa/dqfm/croma/index_arquivos/Page309.htm
http://portal2.unisul.br/content/navitacontent_/userFiles/File/pagina_dos_cursos/Nutri_o_Grande_Florianopolis/Carboidratos/Introdu_o_aula1A.pdf
 Fonte: Marina Martinez

Sugestões  de Leitura:


terça-feira, 8 de novembro de 2016

ENXAQUECA

Ser acometido de uma enxaqueca é uma experiência horrível.
Crises de enxaquecas regulares são algo que nós não desejamos nem a nosso pior inimigo.
Portanto, vale a pena se esforçar para descobrir o que pode estar por trás da sua dor de cabeça.

Descobriu-se que a deficiência de vitaminas do complexo B pode significar uma taxa mais elevada de ocorrência de enxaquecas.
Portanto, para os que sofrem regularmente com enxaquecas e dores de cabeça, pode ser uma boa ideia investir em um suplemento de vitamina B.
Estudos mostram que não só a suplementação de vitamina B12 e vitamina B6, bem como ácido fólico, pode levar a uma diminuição da frequência de enxaquecas e também da intensidade delas.

Um estudo com 52 pessoas que têm regularmente enxaqueca mostrou que os indivíduos que receberam suplementos de vitaminas B tiveram uma redução das crises pela metade.
Enquanto isso, aqueles que receberam um placebo não tiveram essa diminuição.
Enxaqueca afeta aproximadamente 15% das pessoas no mundo.
E as mulheres têm quase duas vezes mais probabilidade de terem o problema em comparação com os homens.

Mas enxaqueca não significa apenas dor na cabeça.
Os sintomas também incluem náuseas, vômitos, sensibilidade à luz e, algumas vezes, sensação de formigamento nos braços e pernas.
Para aqueles que sofrem regularmente com esses sintomas, a simples adição de um suplemento de vitaminas B e ácido fólico ao seu regime seria de bom tamanho.

Que tal uma experiência?
Se você quer parar ou diminuir as crises de enxaqueca e dor de cabeça, coma alimentos ricos em vitaminas do complexo B.
Aqui está uma lista de alimentos que são ricos nessas vitaminas: leguminosas, como ervilha; frutas frescas e secas; ovos; brócolis; espinafre; abacate; fígado; batata; quiabo; amendoim; peixe; levedo de cerveja; sementes de girassol; amêndoa; castanha-do-pará; farelo de aveia; arroz integral.

A falta de vitamina D também está associada a enxaqueca.
Os baixos níveis desta vitamina no corpo podem aumentar as respostas pró-inflamatórias e impedir a absorção de magnésio.
Para evitar a carência de vitamina D, exponha-se ao sol regularmente e consuma feijão, fígado bovino, gema de ovo, peixe gordo , cogumelos e suco de laranja.

A anemia é outra possível causa de enxaqueca e dor de cabeça.
Neste caso, é importante aumentar o consumo de ferro e cobre.
O cobre, entre outras coisas, faz com que mais ferro seja absorvido no corpo.
Boas fontes naturais de cobre são repolho, queijo de cabra, feijão, nozes e abacate.

O ferro pode ser obtido através de feijão, vegetais de folhas verdes, cereais integrais, sementes de girassol e chocolate amargo.

A ÁGUA DO BEM

A água é um dos bens mais preciosos da Terra, um planeta sem água é um planeta morto e sem vida. A água doce é necessária para a nossa sobrevivência e também pode ser a cura de uma infinidades de males, mas nunca pensamos por esse aspecto. A água que é o remédio para a vida não é qualquer uma, ela tem que ser limpa, pura, filtrada e alcalina. No entanto, a maioria das águas encontradas em nosso planeta são ácidas, isso não quer dizer que ela seja impropria para o consumo, o que veremos a seguir.
A água da torneira é altamente ácida, devido à adição de vários produtos químicos para sua limpeza, nem a água engarrafada é uma melhor opção, pois pode ser de qualidade duvidosa e em grande parte composta de água da torneira, sem contar a contaminação pelas químicas do plástico em que são armazenadas.
A Água que cura
O nível de pH é uma medida da alcalinidade ou acidez de uma solução que em nosso caso vai ser a água, ela é medida em uma escala de 0 a 14. Para se ter uma ideia, o pH superior a 7 é alcalino e o pH inferior a 7 é ácido. A água pura é neutra, á comum e de torneira é acida, a água alcalina é rara e apenas encontrada em poucos lugares no mundo, como em alguns rios no Himalaia.
Filtrar a água é necessária pois elimina algumas das toxinas prejudiciais ou micróbios, mas poucos sistemas elevam o pH da água para torna-la alcalina e aumentar os seus poderes de cura.
Os benefícios da água alcalina é enorme, alem de melhorar a saúde corporal, ela tem o poder de rejuvenescer as células e tecidos, é antioxidante, combate os radicais livres, melhora a prisão de ventre, dores de cabeça, indigestão, cólicas estomacais, distúrbios de digestão, melhora a circulação sanguínea, etc..
Beber água pura, alcalina é fundamental para se ter uma boa saúde, a maioria das doenças que afligem a humanidade não ocorreria em um corpo com um pH equilibrado. Abaixo uma lista básica de doenças que podem estar ligadas a excesso de acidez no organismo.
Alergias
A doença de Alzheimer
A esclerose lateral amiotrófica (doença de Lou Gehrig)
Arteriosclerose
Artrite
Fraturas ósseas
Bronquite
Câncer
Candidíase (Candida albicans)
A doença cardiovascular
Síndrome da fadiga crônica
Infecções crônicas
Demência
Depressão
Diabetes
Fibromialgia
Doença cardíaca
Pressão alta
O colesterol alto
Os desequilíbrios hormonais
Deficiências imunológicas
Insensibilidade à insulina
Doença renal
A esclerose múltipla
Distrofia muscular
Obesidade
Osteoartrite
Osteoporose
Doença de Parkinson
Envelhecimento precoce
Prematura cabelos grisalhos
Problemas de próstata
Senilidade
Sinusite
Golpe
Cáries e perda de dentes
Problemas de peso

Como fazer água alcalina em casa
Uma saída mais fácil é você comprar um Filtro Alcalinizador de Água de boa qualidade e que realmente seja comprovado sua eficiência, já que no mercado existem diversos que prometem mas não cumprem. Como fazer água potável Alcaline em casa também é fácil, basta seguir as instruções abaixo.
Ingredientes
1 Litro de Água destilada ou água comum filtrada.
1 colher de chá de Bicarbonato de sódio de uso farmacêutico
Kit de Teste de PH, é recomendado os de tiras.
Modo de fazer a água alcalina
Acrescente uma colher de chá, mais ou menos 10 g) de bicarbonato de sódio em um litro de água.
Mexa até que o bicarbonato de sódio dissolva completamente.

Faça um teste de nível de pH da água, o papel do kit de PH tem que ficar azul, ou seja acima de 8 na escala.