sábado, 17 de janeiro de 2015

TRATAMENTO NATURAL DA MÁ CIRCULAÇÃO

A boa circulação requer um fluxo de sangue continuo entre o coração e as extremidades do corpo. 
Se esta função básica de fluxo sanguíneo é impedida, o resultado é a má circulação. A causa subjacente parece irrelevante, uma vez que os sintomas e as soluções são as mesmas. Existem várias terapias na medicina convencional, com excelentes resultados. Os remédios naturais podem inverter rapidamente e ajudar a curar os sintomas da má circulação ou ajudar a manter uma boa saúde cardiovascular.

Algumas sugestões


  • Avalie e modifique os hábitos de vida para controlar a má circulação. Acabe com os maus hábitos e costumes não saudáveis. Fumar reduz o oxigênio do corpo, o que agrava a má circulação. Portanto é bom não fumar.
  • Avalie e controle o estresse aprendendo a meditar, praticar yoga ou receber uma massagem. O estresse constringe os vasos sanguíneos e desempenham papel relevante na má circulação.
  • Movimente o seu corpo e obtenha um bom bombeamento do seu sangue. Ande de bicicleta, caminhe ou nade. O exercício assegura a circulação saudável. Mesmo uma breve caminhada, mais energética, trará mais benefícios para a saúde cardiovascular.
  • Escolha uma dieta saudável e rica em fibra para promover a circulação saudável. Coma frutas e verduras para fortalecer os vasos capilares e apoiar o fluxo de sangue saudável. Consuma laranjas, melancia, nozes e alho para otimizar o sistema circulatório. A ingestão de apenas um simples talo de aipo pode aliviar a pressão sanguínea ao relaxar os vasos sanguíneos mais estreitos.
  • Elimine os alimentos que são maus para o coração. As proteínas animais, alimentos ricos em gordura, açúcares brancos e/ou refinados, café e refrescos de tipo cola. Estes alimentos aumentam a viscosidade do sangue e por isso impedem o seu fluxo.
  • Consuma suplementos destinados a apoiar a saúde circulatória. A vitamina C previne o endurecimento das artérias. 
  • A coenzima Q10 é um antioxidante natural que melhora a utilização do oxigênio e por isso aumenta o fluxo sanguíneo. A L-carnitina também melhora o fornecimento de oxigênio.
Faça um remédio caseiro com uma colher de sopa de vinagre de sidra de maçã (orgânico) misturado com uma colher de mel e água quente para repor a deficiência de potássio e/ou cálcio.

É importante consumir remédios naturais à base de ervas, uma vez que são abundantes e seguros. Escolha entre tinturas, misturas de chás ou cápsulas, tudo o que possa fazer ou comprar. 
Pode procurar Ginkgo biloba, cavalinha, hissopo, caiena, rosa mosqueta. Todas estas ervas têm características para fortalecer, tonificar e curar a má circulação. 

COMO EVITAR O MOSQUITO DA DENGUE

Mosquito transmissor da dengue:  Aedes aegypti
Componentes:
- 1/2 litro de álcool;
- 1 pacote de cravo da Índia (15 g);
- 1 vidro de óleo de bebê (100 ml).
 Deixe o cravo curtindo no álcool uns 4 dias, agitando duas vezes ao dia (manhã e tarde);
Depois coloque o óleo corporal (pode também ser de amêndoas, camomila, erva-doce, aloe vera).
Passe só uma gota nos braços e outra nas pernas e o mosquito foge do cômodo.
O cravo espanta formigas da cozinha e até dos equipamentos eletrônicos, espanta também as pulgas dos animais.
O repelente evita que o mosquito sugue o nosso sangue, assim, ele não consegue maturar os ovos e atrapalha a postura, vai diminuindo a proliferação.
A comunidade toda tem de usar, como num mutirão. 
Observação:
Colocar bastante cravo para ficar mais forte.
10 a 15 gramas de cravo, o óleo deve ser misturado só depois que os cravos estiverem bem curtidos no álcool e serve para fixar na pele.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

POR QUE CONSUMIR ORGÂNICOS

Veja as vantagens de consumir produtos orgânicos.

1. Evita problemas de saúde causados pela ingestão de substâncias químicas tóxicas. Pesquisas e estudos tem demonstrado que os agrotóxicos são prejudiciais ao nosso organismo e os resíduos que permanecem nos alimentos podem provocar reações alérgicas, respiratórias, distúrbios hormonais, problemas neurológicos e até câncer.
2. Alimentos orgânicos são mais nutritivos. Solos ricos e balanceados com adubos naturais produzem alimentos com maior valor nutritivo.
3. Alimentos orgânicos são mais saborosos. Sabor e aroma são mais intensos – em sua produção não há agrotóxicos ou produtos químicos que possam alterá-los.
4. Protege futuras gerações de contaminação química. A intensa utilização de produtos químicos na produção de alimentos afeta o ar, o solo, a água, os animais e as pessoas. A agricultura orgânica exclui o uso de fertilizantes, agrotóxicos ou qualquer produto químico; e tem como base de seu trabalho a preservação dos recursos naturais.
5. Evita a erosão do solo. Através das técnicas orgânicas tais como rotação de culturas, plantio consorciado, compostagem, etc., o solo se mantém fértil e permanece produtivo ano após ano.
6. Protege a qualidade da água. Os agrotóxicos utilizados nas plantações atravessam o solo, alcançam os lençóis d’água e poluem rios e lagos.
7. Restaura a biodiversidade, protegendo a vida animal e vegetal. A agricultura orgânica respeita o equilíbrio da natureza, criando ecossistemas saudáveis. A vida silvestre, parte essencial do estabelecimento agrícola é preservada e áreas naturais são conservadas.
8. Ajuda os pequenos agricultores. Em sua maioria, a produção orgânica provém de pequenos núcleos familiares que tem na terra a sua única forma de sustento. Mantendo o solo fértil por muitos anos, o cultivo orgânico prende o homem à terra e revitaliza as comunidades rurais.
9. Economiza energia. O cultivo orgânico dispensa os agrotóxicos e adubos químicos, utilizando intensamente a cobertura morta, a incorporação de matéria orgânica ao solo e o trato manual dos canteiros. É o procedimento contrário da agricultura convencional que se apoia no petróleo como insumo de agrotóxicos e fertilizantes e é a base para a intensa mecanização que a caracteriza.
10. O produto orgânico é certificado. A qualidade do produto orgânico é assegurada por um Selo de Certificação. Este Selo é fornecido pelas associações de agricultura orgânica ou por órgãos certificadores independentes, que verificam e fiscalizam a produção de alimentos orgânicos desde a sua produção até a comercialização. O Selo de Certificação é a garantia do consumidor de estar adquirindo produtos mais saudáveis e isentos de qualquer resíduo tóxico.
Fonte: Ambiente Brasil

Todo produto orgânico deve ter um selo de certificação que comprova a procedência dos produtos e sua qualidade.
Estudos científicos sugerem que os alimentos orgânicos são melhores para a nossa saúde, pois o seu valor nutricional é maior do que aqueles produzidos convencionalmente.
Informações para produtores orgânicos, consulte o site abaixo:


Qual a diferença entre ter e não ter a certificação?
Quando o produtor se cadastrou apenas para venda direta sem certificação, não pode vender para terceiros, só na feira (ou direto ao consumidor) e para as compras do governo (merenda e CONAB).
Quando o produto é certificado, pode vender seu produto em feiras, mas, também, para supermercados, lojas, restaurantes, hotéis, indústrias, internet etc.

Como saber se o produto é orgânico, mesmo?
Para vender na feirinha, o produtor sem certificação deve apresentar um documento chamado Declaração de Cadastro, que demonstra que ele está cadastrado junto ao MAPA e que faz parte de um grupo que se responsabiliza por ele. Neste caso, só o produtor, alguém de sua família ou de seu grupo pode estar na barraca, vendendo o produto. Essa Declaração deve ser mostrada sempre que o consumidor e a fiscalização pedirem
Já os produtos vendidos em mercados, supermercados, lojas, devem estampar o selo federal do SisOrg em seus rótulos, sejam produtos nacionais ou estrangeiros. Se o produto for vendido a granel deve estar identificado corretamente, por meio de cartaz, etiqueta ou outro meio.

Os restaurantes, lanchonetes e hotéis que servem pratos orgânicos ou pratos com ingredientes orgânicos devem manter à disposição dos consumidores listas dos ingredientes orgânicos e dos fornecedores deste ingredientes.


O Perigo dos Agrotóxicos

Poucos sabem, mas o Brasil é campeão no uso de substâncias tóxicas na agricultura. Em 2013, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a ANVISA, divulgou o impressionante resultado de uma pesquisa feita com amostras de frutas e verduras. Segundo o estudo, 36% eram impróprias para o consumo pelo excesso de toxinas ou pela presença de substâncias proibidas no país.

De acordo com estimativas do Sistema Único de Saúde (SUS) e da Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada ano, 500 mil brasileiros procuram atendimento devido à contaminação por agrotóxicos. As análises revelam ainda que a população, de um modo geral, ingere resíduos de toxinas em quantidades bem superiores ao limite permitido pelas autoridades responsáveis.
Os Riscos Para a Saúde
A utilização dessas substâncias tem um efeito em cadeia que só pode ser medido a longo prazo. Além do risco direto para quem come um alimento com resíduo de agrotóxicos, é preciso pensar ainda na contaminação do solo e da água, bem como nos trabalhadores rurais que entram em contato com o veneno usado na agricultura.
Quando ingerimos um alimento tóxico, o nosso organismo tenta neutralizar a substância. Porém, quando há excesso de toxinas, o fígado acaba sobrecarregado e não dá conta de impedir os efeitos nocivos.
O fígado humano tem o poder de identificar as toxinas e transformá-las em não tóxicas. O problema é a quantidade. Consome-se tanto agrotóxico que o fígado fica sobrecarregado e não dá conta de metabolizar e anular o efeito tóxico. Com isso, as toxinas adentram as células e aumenta-se a incidência de câncer.
(Fonte: saude.ig.com.br).

Lista de Alimentos Contaminados
O estudo feito pela ANVISA chegou a uma lista com os alimentos mais contaminados. O primeiro lugar é o pimentão, que teve 213 amostras analisadas, das quais 89% foram consideradas inadequadas para o consumo.
Logo depois vem a cenoura, com 67% de reprovação, e o morango, com 59%.  Também estão na relação:
Pepino (44%);
Alface (43%);
Abacaxi (41%);
Laranja (28%);
Uva (27%)
Mamão (20%)
Arroz (16%)
Tomate (12%)
Maçã (8%)
Feijão (6%)

Diante desses números, o que podemos fazer é exigir das autoridades mais fiscalização e cuidado com a saúde da população.

Como Eliminar os Agrotóxicos dos Alimentos

O uso de agrotóxicos nas plantações representam um grande problema para a saúde dos brasileiros. Segundo um estudo conduzido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), cerca de 1/3 das frutas e verduras tem mais substâncias tóxicas que o aceito pela legislação do país. Assim, acabamos comprando alimentos acreditando em seus benefícios, mas levamos veneno para as nossas casas.

Diminuindo as Toxinas
O problema é muito sério e não se resolve com medidas simples, mas podemos tentar minimizar os efeitos nocivos dos agrotóxicos lavando os alimentos da maneira adequada. Veja as dicas para reduzir a quantidade de substâncias maléfica em frutas e verduras:

Limpeza das Frutas e Verduras
Pimentão e Morango
Os dois itens estão entre os campeões de contaminação. Uma boa maneira de diminuir a quantidade de substâncias tóxicas é a limpeza da casca (mesmo que parte do veneno também entre na polpa). A dica é colocar os pimentões e morangos de molho em uma mistura com 1 litro de água e 1 colher (sopa) de bicarbonato por 30 minutos.

Pepino e Maçã
Mais uma vez, a grande concentração de substâncias nocivas está na casca. O pior é que quanto mais bonita e brilhante for a casca, maiores são as quantidades de toxinas. O ideal é remover a casca antes de consumir ou lavar bem os alimentos com água corrente, uma escovinha ou esponja e detergente neutro. Depois disso, eles também pode ser imersos na solução de água e bicarbonato.

Cebola e Verduras de Folha
No caso das verduras de folha, como alface e repolho, não existe uma casca para ser removida. Por isso, o truque é tirar as primeiras camadas de folhagem (o mesmo vale para a cebola). Feito isso, lave bem em água corrente por aproximadamente 3 minutos e use a mistura de bicarbonato por 30 minutos. Lave tudo novamente e consuma depois. Com esse passo a passo, quase toda as toxinas são removidas.

Tomate
O segredo para fugir dos agrotóxicos contidos no tomate é escolher os mais maduros. Aqueles que ainda estão um pouco verdes foram colhidos antes do tempo e, por isso, possuem maior quantidade de tóxicos. A solução de bicarbonato também pode ser usada.


Importante: o bicarbonato usado não pode ser ingerido. Então, todos esses alimentos precisam ser muito bem lavados depois de ficarem de molho na solução sugerida.

domingo, 16 de novembro de 2014

NUTRIENTES EXISTENTES NO ABACATE


Vitamina A

Necessária para o crescimento e manutenção do tecido epitelial e para a manutenção da acuidade visual na obscuridade. É antioxidante e em conjunto com um hormônio específico, mobiliza o cálcio ósseo e aumenta a reabsorção de cálcio.

Complexo B
Atua como cofator no metabolismo de macro nutriente (carboidratos, proteínas e gorduras) Auxilia na prevenção/no controle da anemia, pois é um cofator para absorção de ferro.

Vitamina B1 (tiamina)
Importante na oxidação dos hidratos de carbono e, em conjunto com o potássio, atua na função tônica do intestino.

Vitamina B2 (riboflavina)
É essencial, pois é antioxidante, participa da formação de células vermelhas do sangue, atua na cicatrização, é importante para o metabolismo, além de estimular a liberação de energia dos nutrientes, ajudarem na produção de hormônios e manter saudáveis as mucosas.
Vitamina B3 (niacina)
Protege das doenças do coração, atuam na regulação do metabolismo de carboidratos, proteínas e gorduras.

B5 - Ácido pantotêmico
Entre outras funções, atua no metabolismo dos nutrientes e na síntese do colesterol.
Vitamina B6 (piridoxina)
Responsável pela síntese de proteínas. Sua carência pode causar anemia por depleção de ferro entre outras funções.

B12 e Ácido fólico
Atuam no metabolismo de certos aminoácidos e na maturação de glóbulos vermelhos do sangue, necessário ao crescimento e regeneração de células e à formação de novas hemácias na medula óssea; mantém saudável o sistema nervoso. Sua deficiência causa anemia

Vitamina C - Ácido Ascórbico:
Atua no tecido conjuntivo, matriz óssea, dentina dos dentes, cicatrização de ferimentos, constituindo um antibiótico natural.
Esta vitamina hidrossolúvel se deteriora muito facilmente, assim os sucos devem ser preparados imediatamente antes de serem consumidos, para se evitar a perda de seus nutrientes.

COLINA

Funções: mobiliza as gorduras do fígado (ação lipotrópica) e é importante na formação do neurotransmissor acetilcolina além de agir com ativador de plaquetas (PAF). É ainda importante como componente de fosfolipídio. A colina é fornecedora de radicais metila, essenciais para trocas metabólicas. Atua em combinação com a vitamina B12.
Manifestações de carência: provoca acúmulo de gorduras no fígado, cirrose, aumento na incidência de câncer de fígado, lesões hemorrágicas dos rins e falta de coordenação motora.
BIOTINA

Sinônimos: vitamina B8. Da biotina existem 3 variantes que são a biocitina, a lisina e o dextro e levo sulfoxido de biocitina. São úteis para o crescimento de certos microorganismos e sua utilidade para o homem não é conhecida.
Principais funções: função importante no metabolismo de açúcares e gorduras.

VITAMINA E
Sinônimos: tocoferol. Em verdade são oito substâncias semelhantes reunidas sob o nome de tocoferóis.
Principais funções: inicialmente, era tida como a vitamina da fertilidade sendo indicada para tratar a impotência sexual. Para desilusão de alguns, isso nunca foi comprovado.
Os tocoferóis agem como antioxidantes, protegendo as células dos efeitos nocivos das substâncias tóxicas, principalmente dos radicais ácidos. Atualmente, admite-se que protegem do câncer, da arteriosclerose, das inflamações articulares e das complicações da diabete, por bloquearem as modificações oxidativas das lipoproteínas de baixa densidade.
É discutível se doses altas de Vitamina E exerçam algum benefício na prevenção de doenças cardiovasculares. Existem observações em que foram administrados 400 UI/dia de Vitamina E em pacientes portadores de doença isquêmica do coração. Nesse grupo, a incidência de um infarto do miocárdio foi reduzida para a metade, mas a vida média essas pessoas não foi prolongada.
Outro estudo mostrou que, em pacientes submetidos à diálise renal, por serem portadores de insuficiência renal crônica, a incidência de mortes por doença do coração caiu para a metade do esperado quando lhes foi administrada a Vitamina E. Já num estudo realizado na Itália, na mesma situação clínica, não se verificou uma mudança significativa da incidência de doenças cardiovasculares ao lhe administrarem altas doses de Vitamina E. No entanto, o número de mortes por causas cardíacas foi significativamente menor.

O consumo de produtos naturais é assunto certo nas discussões sobre alimentação humana, principalmente quando a intenção é conscientizar as pessoas a respeito da necessidade de se manter uma dieta equilibrada. O óleo de abacate natural entra nesse debate, ele apresenta benefícios diversos para a saúde.

O abacate é útil na alimentação como fonte de diversos nutrientes e, particularmente, como fonte energética, já que é rico em lipídios (gorduras). Há outros componentes presentes no fruto, são ácidos graxos e esteróis. O esterol beta-sistosterol, por exemplo, é muito abundante e importante no processo de digestão e absorção de gorduras.

Estudos publicados recentemente mostram como o óleo extraído do abacate é capaz de combater doenças cardiovasculares, diabetes e dislipidemias (aumento anormal da quantidade de gorduras no sangue). Não só a prevenção, mas o controle destas doenças pode ser feito com o uso do óleo de abacate.

Gorduras saudáveis
Normalmente, todos escutam falar dos malefícios da gordura. As pessoas fogem ao máximo dos lipídios quando estão iniciando uma dieta. Mas o organismo precisa destes elementos, desde que controlados. O óleo de abacate realmente contém gorduras, mas elas não são necessariamente prejudiciais à saúde.

O padrão dietético, particularmente da sua composição em ácidos graxos, tem se mostrado influente no aumento do risco para doenças cardíacas. As evidências sugerem que a concentração sanguínea dos diferentes tipos de ácidos graxos, especialmente alguns poliinsaturados (encontrados em abundância em alguns peixes, óleos de peixes, linhaça e algumas oleaginosas) e monoinsaturados (presentes no óleo de canola, azeite de oliva e óleo do abacate) são mais importantes em determinar o risco cardiovascular do que propriamente o total de lipídios da dieta. A substituição dos ácidos graxos saturados pelos monoinsaturados, pelo que as pesquisas mostram, favorece o controle do colesterol.

Não há contraindicações para o consumo do óleo, uma vez que sua composição é de boa digestão e absorção. Fica claro que a seleção alimentar deve ser feita com auxílio de um naturopata, pois estas informações só podem ser bem recebidas por esse canal.

Evite exagerar na dose
Entretanto, nada é perfeito. O consumo excessivo do óleo de abacate pode trazer prejuízos à saúde. Esse óleo é uma fonte muito rica de energia e pode favorecer o ganho de peso, quando em excesso.
Por isso, ao associar o óleo de abacate à dieta é bom saber que ele pode trazer muitas vantagens ao organismo, mas sempre é bom controlar as quantidades.
É importante não só o óleo, mas também o abacate entrar na lista de compras das pessoas. “É saudável comer o fruto, uma vez que o abacate é também uma fonte importante de fibras e ácido ascórbico, uma boa opção para compor o cardápio diário.”
Para conhecer as vantagens e desvantagens dos alimentos à saúde é importante consultar um naturopata ou um nutricionista. Afinal, não é parando de comer que ficamos saudáveis; ao contrário, é buscando manter uma dieta que contenha todos os elementos necessários ao bom funcionamento do organismo.

RATOS NUNCA MAIS!

VENENO NATURAL PARA MATAR RATOS

Feijão CRU  triturado mata ratos,  estudo feito pela Universidade Federal de Pelotas.

Como fazer:
  1. Pegue uma xícara de qualquer feijão cru (sem lavar mesmo);
  2. Coloque no multiprocessador ou liquidificador (SEM ÁGUA);
  3. Triture até virar uma farofinha bem fininha, mas sem virar totalmente pó.
Onde colocar:

Coloque em montinhos (uma colher de chá) nos cantos do chão; 
  1. Perto das portas;
  2. Janelas (SIM... eles escalam as janelas...)
  3. Atrás da geladeira;
  4. Atrás do fogão;
  5. À beira de esgotos, de córregos e valas, em ruas e/ou alamedas, por exemplo.
Observações
  1. O custo é muito pequeno e a eficácia é muito elevada!
  2. O rato come essa farofinha, mas não tem como digerir o feijão (cru), por falta de enzimas digestivas ou substâncias que digerem feijão cru. Isso causa aos ratos envenenamento natural por fermentação. Todos os que ingerem morrem!
  3. A população de ratos se extingue em três dias no entorno da área em que o farelo do feijão cru foi colocado.
Detalhes Importantes
  1. Ao contrário dos tradicionais venenos (Racumim ou chumbinho, por exemplo), o rato morre e não contamina animais de estimação. E a quantidade de feijão que ele ingeriu e o matou é insuficiente para matar um cão ou gato, mesmo porque estes gostam de "MATAR pra comer...". Mas animal morto, eles não comem. E não há evidências de que o farelo do feijão cru faça mal a gatos e cachorros, pois, eles têm enzimas digestivas capazes de metabolizar esse alimento.
  2. Se tiver crianças pequenas (bebês), ainda em período de engatinhamento, que colocam tudo na boca, não faz mal algum, pois o feijão para o ser humano, mesmo cru, é digerido. Mesmo assim, é preciso colocar o "veneno" em lugares seguros, longe do alcance das crianças, isto é, onde crianças não costumam transitar, porque a urina de ratos, em alimentos (no feijão triturado, no caso) pode conter Leptospirose, contaminação microscópica que pode matar seres humanos de qualquer idade, se não tratadas a tempo! Só isso, como cuidado!