quarta-feira, 16 de novembro de 2022

L-CARNITINA

A L-carnitina é um aminoácido sintetizado naturalmente pelo nosso organismo, que ganhou destaque no mercado de suplementos por suas múltiplas propriedades.

A carnitina é um aminoácido que participa do transporte das gorduras, desde os adipócitos até as mitocôndrias das células, que é o local em que a carnitina é transformada em energia quando o organismo necessita.

Para começar o dia com disposição para fazer as tarefas diárias, treinar e ter vitalidade para lidar com a rotina, o corpo precisa produzir energia, e a L-carnitina é um aminoácido importante neste processo.

As principais funções da L-carnitina estão associadas à geração de energia para as células (ATP), ao emagrecimento, entre outros benefícios.

A L-carnitina é encontrada predominantemente nos músculos e sintetizada endogenamente pelo nosso organismo no fígado e nos rins, a partir de aminoácidos essenciais, como a lisina e a metionina.

Ela também pode ser encontrada em alguns alimentos, como carnes e peixes, e tem sido bastante utilizada em suplementos com o objetivo de potencializar a queima de gordura, gerar mais energia e melhorar o desempenho em atividades físicas.

L-carnitina: para que serve?

A L-carnitina possui várias funcionalidades, mas a principal delas é a melhora da performance física, principalmente entre atletas de endurance, devido ao seu alto potencial ergogênico, ou seja, sua capacidade de aumentar o desempenho.

Como a L-carnitina funciona?

Ela está diretamente ligada no processo de formação de energia (ATP). A L-carnitina provoca a oxidação de gordura durante o exercício e poupa o glicogênio muscular, além de atuar também na atividade mitocondrial através da oxidação de ácidos graxos, gerando assim mais energia para o corpo. Além disso, também reduz a fadiga e auxilia na recuperação celular após o treino.

Outra funcionalidade da L-carnitina é que ela impede a formação de níveis excessivos de triglicérides no sangue e diminui o risco de doenças cardiovasculares.

Alguns estudos também apontam que a L-carnitina auxilia no emagrecimento.

L-carnitina emagrece?

Vários estudos com L-carnitina apontam melhores resultados em indivíduos obesos e com síndrome metabólica. Mas a atuação da L-carnitina no emagrecimento ocorre de forma indireta, através da oxidação dos lipídios para geração de energia, o que contribui para a queima de gordura.

Quais os benefícios da L-carnitina?

Aumenta o desempenho física;

Ajuda na queima de gordura;

Auxilia na manutenção e ganho de massa magra, principalmente em idosos;

Reduz o dano tecidual e evita lesões musculares;

Diminui os riscos de doenças cardíacas;

Equilibra os níveis de insulina no sangue;

Auxilia na circulação sanguínea;

Melhora perfil lipídico;

Ajuda na prevenção de doenças renais.

 Além disso, ela estimula que o indivíduo se sinta bem e com mais energia, aumentando o gasto calórico através da melhora no desempenho.

Aumento das defesas do corpo, já que pode exercer ação antioxidante, eliminando os radicais livres;

Melhora do rendimento e desempenho durante a realização de atividade física intensa;

Melhora do fluxo sanguíneo em pessoas com claudicação intermitente, que é uma condição caracterizada por dor ou cãibra excessiva durante o exercício físico;

Melhora da qualidade do esperma em homens que são inférteis;

Diminui a fadiga em pessoas idosas com baixa resistência muscular e em pessoas com encefalopatia hepática;

Estimula as capacidades cognitivas, como memória, aprendizagem e atenção.

 A carnitina é muito utilizada principalmente para perder peso, no entanto, os estudos que trazem essa relação são bastante controversos, já que existem estudos que indicam que a suplementação de L-carnitina aumenta a sua concentração no organismo, ativando a oxidação e, como consequência, ajuda a diminuir a gordura acumulada no organismo de pessoas obesas.

A carnitina é um aminoácido que participa do transporte das gorduras, desde os adipócitos até as mitocôndrias das células, que é o local em que a carnitina é transformada em energia quando o organismo necessita.

 Essa substância é naturalmente sintetizada pelo fígado e pelos rins a partir de aminoácidos essenciais, como a lisina e a metionina, que está presente em alguns alimentos, como carnes e peixes.

 A L-carnitina é a forma biologicamente ativa da carnitina e é armazenada principalmente nos músculos, sendo muito utilizada em suplementos com o objetivo de potenciar a queima de gordura, gerar mais energia para os músculos e melhorar o desempenho físico, sendo muito consumido por atletas ou pessoas que desejam baixar de peso.

 Para que serve

A carnitina pode servir para diversas funções no organismo, trazendo alguns benefícios, como:

 Aumento das defesas do corpo, já que pode exercer ação antioxidante, eliminando os radicais livres;

Melhora do rendimento e desempenho durante a realização de atividade física intensa;

Melhora do fluxo sanguíneo em pessoas com claudicação intermitente, que é uma condição caracterizada por dor ou cãibra excessiva durante o exercício físico;

Melhora da qualidade do esperma em homens que são inférteis;

Diminui a fadiga em pessoas idosas com baixa resistência muscular e em pessoas com encefalopatia hepática;

Estimula as capacidades cognitivas, como memória, aprendizagem e atenção.

A carnitina é muito utilizada principalmente para perder peso, no entanto, os estudos que trazem essa relação são bastante controversos, já que existem estudos que indicam que a suplementação de L-carnitina aumenta a sua concentração no organismo, ativando a oxidação e, como consequência, ajuda a diminuir a gordura acumulada no organismo de pessoas obesas.

Por outro lado, também existem estudos que indicam que o consumo oral de carnitina não promove mudanças na concentração de carnitina em pessoas saudáveis não obesas e não causa perda de peso. Assim, são necessários mais estudos científicos que permitam comprovar os benefícios da carnitina, já que os resultados não são conclusivos.

A carnitina é um aminoácido que participa do transporte das gorduras, desde os adipócitos até as mitocôndrias das células, que é o local em que a carnitina é transformada em energia quando o organismo necessita.

Essa substância é naturalmente sintetizada pelo fígado e pelos rins a partir de aminoácidos essenciais, como a lisina e a metionina, que está presente em alguns alimentos, como carnes e peixes.

A L-carnitina é a forma biologicamente ativa da carnitina e é armazenada principalmente nos músculos, sendo muito utilizada em suplementos com o objetivo de potenciar a queima de gordura, gerar mais energia para os músculos e melhorar o desempenho físico, sendo muito consumido por atletas ou pessoas que desejam baixar de peso.

A carnitina pode servir para diversas funções no organismo, trazendo alguns benefícios, como:

Aumento das defesas do corpo, já que pode exercer ação antioxidante, eliminando os radicais livres;

Melhora do rendimento e desempenho durante a realização de atividade física intensa;

Melhora do fluxo sanguíneo em pessoas com claudicação intermitente, que é uma condição caracterizada por dor ou cãibra excessiva durante o exercício físico;

Melhora da qualidade do esperma em homens que são inférteis;

Diminui a fadiga em pessoas idosas com baixa resistência muscular e em pessoas com encefalopatia hepática;

Estimula as capacidades cognitivas, como memória, aprendizagem e atenção.

A carnitina é muito utilizada principalmente para perder peso, no entanto, os estudos que trazem essa relação são bastante controversos, já que existem estudos que indicam que a suplementação de L-carnitina aumenta a sua concentração no organismo, ativando a oxidação e, como consequência, ajuda a diminuir a gordura acumulado no organismo de pessoas obesas.

Por outro lado, também existem estudos que indicam que o consumo oral de carnitina não promove mudanças na concentração de carnitina em pessoas saudáveis não obesas e não causa perda de peso.

Assim, são necessários mais estudos científicos que permitam comprovar os benefícios da carnitina, já que os resultados não são conclusivos.

Tipos de carnitina

Existem diversos tipos de carnitina, os quais são utilizados com diferentes propósitos, sendo eles:

Acetil-L-Carnitina (ALCAR), que é utilizada para melhorar a capacidade respiratória;

L-Carnitina L-Tartarato (LCLT), que é utilizada para melhorar o rendimento físico;

Propionil L-Carnitina (GPLC), que pode ser utilizada para aliviar a claudicação intermitente[1] e os problemas de fluxo sanguíneo;

L-Carnitina, que é utilizada para perda de peso.

É importante que a carnitina seja indicada pelo médico de acordo com o objetivo da pessoa.

Como tomar

A L-carnitina pode ser comprada em cápsulas, pó ou líquido. A dose diária recomendada varia de acordo com o objetivo de seu uso.

A carnitina em solução oral deve ser diluída em água e beber lentamente. Além disso, pode ser tomada com ou sem alimento. No caso da carnitina injetável, é recomendado que seja administrado por um profissional de saúde, como enfermeiro ou médico, já que a sua administração deve ser lenta e diretamente na veia.



[1] A claudicação intermitente é um sintoma de doenças vasculares que causa dores intensas nas pernas, similares às câimbras e fisgadas, ao caminhar e realizar atividades físicas. Geralmente, a dor melhora quando o paciente fica em repouso.

TRIPTOFANO

 L-Triptofano

É um aminoácido essencial para a formação e manutenção dos músculos e para a produção de serotonina e melatonina, compostos que atuam no sistema nervoso, ajudando a regular o humor, o sono, a memória e o apetite, sendo usado no tratamento e na prevenção de depressão, ansiedade, insônia e no processo de emagrecimento.

Por ser um aminoácido essencial, ou seja, que o organismo não consegue produzir, o triptofano deve ser obtido a partir da ingestão de alimentos como chocolate amargo, nozes, ovos e amêndoas, por exemplo.

Além disso, o triptofano também pode ser obtido através da suplementação, como 5HTP, ou L-triptofano, em cápsulas. No entanto, esses suplementos devem ser consumidos apenas sob a orientação de um naturopata, nutricionista, ou médico.

Para que serve

O triptofano é um aminoácido que participa de diversas funções no organismo, sendo indicado para:

Combater a depressão;

Formar e manter os músculos;

Controlar a ansiedade;

Promover o bem estar;

Melhorar a memória;

Diminuir o estresse;

Regular o sono;

Ajudar no emagrecimento.

 Além disso, o triptofano também é utilizado para ajudar no tratamento da dor, do déficit de atenção, da hiperatividade, da fadiga crônica e da TPM.

O neurotransmissor serotonina ajuda na formação do hormônio melatonina que regula o ritmo do relógio biológico do organismo, melhorando a qualidade do sono, já que a melatonina é produzida durante a noite.

Lista de alimentos ricos em triptofano

Alguns alimentos que são ricos em triptofano são:

Queijos;

Ovos;

Tofu;

Salmão;

Nozes;

Amêndoas;

Amendoim;

Castanha-do-Pará;

Banana.

O triptofano também pode ser encontrado na forma de suplementos, como 5-HTP, ou L-triptofano, em cápsulas.

O triptofano é indicado na ingestão de 100mg a 3 g por dia, de acordo com a situação a ser tratada.

Triptofano ajuda a emagrecer?

O triptofano participa da produção de serotonina, um neurotransmissor que promove o controle da ansiedade e depressão, diminuindo a compulsão alimentar e ajudando, assim, a emagrecer.

Veja como usar o triptofano para ajudar no emagrecimento.

A alimentação muitas vezes está relacionada com as emoções e, por isso, momentos de ansiedade e depressão podem estimular a ingestão de alimentos que promovem o prazer, como os alimentos ricos em carboidratos e gorduras, incluindo chocolates, sorvetes, bolos e frituras, por exemplo, aumentando as calorias da dieta e favorecendo, assim o ganho de peso.

Ingestão diária recomendada

A ingestão diária de triptofano varia de acordo com a idade, o sexo e a fase da vida, como indicado na tabela a seguir:

Idade

Quantidade recomendada (mg / kg de peso corporal)

0 a 6 meses

28 mg/kg

7 a 12 meses

13 mg/kg

1 a 3 anos

8 mg/kg

4 a 13 anos

6 mg/kg

Meninos de 14 a 18 anos

6 mg/kg

Meninas de 14 a 18 anos

5 mg/kg

Adultos de 19 anos em diante

5 mg/kg


OBS.: Mulheres grávidas precisam ingerir 7 mg / Kg de peso corporal, por dia, de triptofano. Já as mulheres que amamentam, devem consumir 9 mg / Kg de peso corporal, de triptofano por dia.



domingo, 1 de abril de 2018

COLINA PARA O CÉREBRO E FÍGADO

A colina é um nutriente que faz parte das vitaminas do complexo B, B1 (tiamina), B2 (riboflavina), B3 (niacina), B5 (ácido pantotênico), B6 (piridoxina), B7 (biotina), B9 (ácido fólico) e B12 (cobalamina). Muito importante para a sinalização celular.
As duas principais funções da colina envolvem o cérebro. Ela é importante para a formação do neurotransmissor acetilcolina, que regulariza de maneira indireta a memória, a cognição e entra no controle da frequência cardíaca, da respiração e da atividade dos músculos.
Outra função da colina é entrar na formação da esfingomielina(é um fosfolipídio encontrado no tecido nervoso e nas membranas, cuja hidrólise produz ácido fosfórico, colina, esfingosina e ácidos graxos.) que forma a capa dos nervos que chamamos de bainha de mielina. A bainha de mielina tem que existir para que o impulso nervoso caminhe nos neurônios, ela é a capa dos neurônios, estrutura que envolve o neurônio.
Comprovadamente os Benefícios São:
Aliada do cérebro: aguça o funcionamento do cérebro; facilita o aprendizado; melhora a capacidade de memória; estimula os impulsos nervosos de forma a aprimorar o tempo de reação. A colina age na formação do neurotransmissor acetilcolina que regulariza de maneira indireta a memória e a cognição. Além disso, ela age na formação da esfingomielina que forma a capa dos nervos que chamamos de bainha de mielina. A bainha de mielina tem que existir para que o impulso nervoso caminhe nos neurônios, ela é a capa dos neurônios, estrutura que envolve o neurônio.
A colina também está associada à melhora da depressão e ao desenvolvimento fetal, protegendo contra más formações do tubo neural.
Coração: Por ter efeito protetor contra doenças cardiovasculares, como a aterogênese, doença inflamatória provocada pela deposição de gordura nos vasos sanguíneos.
Por agir na formação do neurotransmissor acetilcolina, a colina também contribui para o controle da frequência cardíaca. A colina também ajuda na formação de uma enzima capaz de proteger o organismo contra a homocisteína, substância tóxica para o organismo, especialmente para o coração.
Músculos: Por agir na formação do neurotransmissor acetilcolina, a colina também contribui para o controle da atividade dos músculos. A suplementação de colina parece manter o desempenho durante a prática de esportes, como corridas e maratonas. Estudos indicam que após a prática desse tipo de esporte, os atletas apresentaram níveis reduzidos de colina no sangue.
Fígado: Uma das principais funções da colina no organismo é a proteção do fígado. Ela mobiliza gorduras desse órgão, diminuindo o depósito ou acelerando a remoção de gordura no fígado. Assim, a colina protege contra a esteatose e a formação de tumores hepáticos.
O fígado acumula um pouco da gordura que formamos dentro do corpo, toda a sobra de calorias o corpo reserva formando os triglicérides, combustível de reserva, uma parte vai para os músculos e outra para o fígado, e se houver acumulo neste órgão há problemas. O fígado precisa da colina para formar um transportador para retirar essa gordura e fazer com que o corpo a utilize como energia.
Importante para as gestantes: A colina é essencial para as gestantes e lactantes, pois é nesta fase que o cérebro e sistema nervoso do bebê são formado e este nutriente é necessário para que isto ocorra.
Ossos: A colina pode ajudar na formação óssea, pois contribui para a síntese do colágeno, que por sua vez, tem participação na elaboração dos ossos.
Deficiência de colina
Uma dieta deficiente em colina pode causar problemas cardiovasculares e degenerativos cerebrais e também favorecer o acúmulo de gordura no fígado. Os sinais de que há deficiência de colina são: déficit cognitivo, alteração na concentração, dificuldade de cognição e compreensão, alteração nos músculos, dores musculares, salivação excessiva, enjoo e náuseas, problemas renais, musculares e ósseos, hemorragias, alguns tipos de câncer e retardo no crescimento e desenvolvimento cerebral.
Fontes de colina
As principais fontes de colina são: ovos, leite e derivados, carne, pode ser de boi ou de porco, soja, farelo de trigo e gérmen de trigo.
Quantidade recomendada de colina


Faixa etária/momento da vida
Quantidade/dia
Bebês de 0 a 6 meses
125 mg
7 a 12 meses
150 mg
1 a 3 anos
200 mg
4 a 8 anos
250 mg
9 a 13 anos
375 mg
Homens a partir dos 14 anos
550 mg
Mulheres a partir dos 14 anos
400 mg
Gestantes
450 mg
Lactantes
550 mg
Fonte: Institute of Medicine
Alguns alimentos para melhorar a memória:

Salmão - como é rico em omega 3, ajuda a melhorar o desempenho e o funcionamento do cérebro para gravar informações.
Nozes - além de omega 3, têm vitamina E que, por ser antioxidante, diminui o envelhecimento das células do cérebro evitando o esquecimento.
Ovo - contém vitamina B12, que ajuda na formação dos componentes das células do cérebro fazendo com que funcionem corretamente. Além disso, a gema do ovo tem acetil-colina, que é importante para as funções de memorização do cérebro.

Leite - tem triptofano, que é um aminoácido que melhora o desempenho do cérebro e também ajuda a ter um sono mais tranquilo, fundamental para se armazenar a informação.
Gérmen de trigo - rico em vitamina B6, que ajuda a regular a transmissão da informação entre as células do cérebro.
Tomate - além de licopeno, que é antioxidante, tem fisetina, que é uma substância que melhora o funcionamento do cérebro e reduz o esquecimento.
A fisetina, é uma substância encontrada em morangos, tomates, cebolas, maçãs, pêssegos, uvas, kiwi e outros vegetais e frutas, estimula mecanismos do cérebro que melhoram a memória de longo prazo, protegendo o cérebro de doenças degenerativas.

Suplementação de colina
A suplementação de colina não é comum, pois a carência desta substância é rara. O suplemento só pode ser ingerido após a orientação médica e pode ser indicado para algumas gestantes e para pessoas com dores musculares ou acúmulo de gordura no fígado. Idosos também podem ingerir este suplemento.

A quantidade máxima que pode ser ingerida de colina ao dia é 4 gramas e o excesso só ocorre por meio da suplementação. Ingerir colina em excesso pode causar enjoo, náuseas, dores de cabeça e vômitos.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

RESVERATROL

O resveratrol é um polifenol que possui fortes propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, anticancerígenas, cardioprotetoras e fortalecedoras do sistema imunitário. O resveratrol age estimulando a atividade de uma enzima chamada SIRT1 (sirtuína 1).
As sirtuínas são um conjunto de enzimas relacionadas com a ligação ou silenciamento de genes que têm a ver com a longevidade das células, e portanto envolvidas na preservação dos tecidos do corpo. Particularmente, participam de um mecanismo de retroalimentação mantendo as células vivas mais tempo quando submetidas a situações de stress.  A SIRT1(sirtuína 1), protege o organismo de doenças ligadas ao envelhecimento como o câncer, a Alzheimer, a diabetes. A sirtuína tem um efeito regulador muito importante na função mitocondrial, melhorando o desempenho das mitocôndrias, que são as “baterias” das células vivas.
Vejamos os Benefícios do Resveratrol:
Protetor cardiovascular
Diminui o risco de arteriosclerose
Aumenta a resistência vascular
Protege o sistema cardiovascular dos radicais livres
Tem efeito vasodilatador
Previne acidentes trombóticos
Efeito antioxidante
Protege do stress oxidativo
Diminui alguns dos sintomas da diabetes
Diminui a resistência à insulina 
Diminui a perda de memória
Melhora a função cognitiva 
Facilita o equilíbrio lipídico
Facilita o emagrecimento
Facilita a regularização metabólica
Diminui a pressão arterial 
É um Protetor Cerebral
Previne Doença de Alzheimer
Previne doenças degenerativas neurológicas.
Efeito anti-inflamatório (inflamação aguda e crônica)
Protege a cartilagem
Diminui os sinais inflamatórios em alguns casos de artrite 
Aumenta a esperança de vida
Diminui os sinais de envelhecimento
Previne o cancro
Previne as doenças do sistema cardiovascular (enfartes do miocárdio, insuficiência coronária e acidentes vasculares cerebrais)
Evita acúmulo de colesterol
Preserva Sistema imunológico
Estudos científicos sobre o Resveratrol

Dá mais anos a vida
Em 2006, a equipa de Sinclair publicava os primeiros resultados que sugeriam que o resveratrol, composto presente na casca das uvas, nos amendoins e nos frutos vermelhos, era capaz de prolongar a vida de ratinhos de laboratório. 
Prevenção de doenças cardiovasculares
Estudos realizados na PUCRS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), desde 1999 concluíram que o resveratrol – molécula encontrada na uva preta – podia contribuir para a prevenção de doenças cardiovasculares e retardar o envelhecimento.
Resveratrol e Emagrecimento
Um dos estudos mais recentes sobre o resveratrol e perda de peso, mostra que o resveratrol pode ajudar a acelerar o metabolismo e a combater a formação de células de gordura. Os cientistas descobriram que o resveratrol pode estimular a adiponectina (hormona que possui propriedades anti-obesidade e combate a resistência à insulina). Publicado no Journal of Biological Chemistry, em 2011, o estudo testou os efeitos do resveratrol em células animais.
Resveratrol e o Câncer
Em um estudo de 2008 sobre culturas de células o resveratrol ajudou a suprimir a progressão do cancro de mama em seus estágios iniciais. Publicado na Cancer Prevention Research, o estudo descobriu que o resveratrol ajudou a evitar o estrogênio de reagir com moléculas de DNA e formar compostos que marcam o início da formação de células cancerígenas.
Resveratrol e o Colesterol
Num relatório de 2010 Molecular Aspects of Medicine, avaliando as pesquisas disponíveis sobre o resveratrol e a saúde cardiovascular, os autores do relatório observaram que o resveratrol pode ajudar a diminuir o Colesterol LDL, evitar o endurecimento das artérias e manter a pressão arterial sob controle.
Prevenção da Doença
Um estudo feito em Harvard, em Março de 2013, mostra que o resveratrol estimula a produção da SIRT1, uma enzima que bloqueia a doença por ativar a energia das mitocôndrias. 

Fontes: http://www.pucrs.br/revista/pdf/0133.pdf 
             http://www.cbsnews.com/news/resveratrol-does-provide-anti-aging-benefits-study-shows/ Internet

sábado, 25 de novembro de 2017

OBESIDADE FICÇÃO OU REALIDADE?

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), trata-se de um dos maiores problemas de saúde pública no mundo. A projeção é que, em 2025, cerca de 2,3 bilhões de adultos estejam com sobrepeso; e mais de 700 milhões, obesos. O número de crianças com sobrepeso e obesidade no mundo poderia chegar a 75 milhões, caso nada seja feito.
No Brasil, a obesidade também vem crescendo de maneira alarmante. Alguns levantamentos apontam que mais de 50% da população está acima do peso, ou seja, na faixa de sobrepeso e obesidade. Entre crianças, a taxa estaria em torno de 5%. A epidemia existe e indústrias inteiras surgiram na tentativa de solucionar o problema.
Revistas e programas de TV sobre emagrecimento fazem sucesso e viraram entretenimento. Produtos com menos gorduras e menos calorias tomaram conta das prateleiras dos supermercados. Mas nós continuamos ficando maiores e mais doentes.
Onde está o problema?
Falo sempre que a obesidade tem se tornado o maior problema da humanidade hoje em dia.

Vamos conversar sobre um veneno que está te engordando e adoecendo: o açúcar. Quero te mostrar que o açúcar está presente em alimentos que você nem imagina. Isso porque a Indústria Alimentícia retira a gordura natural de vários alimentos e adiciona açúcar disfarçado no lugar, chamando-os de light e saudáveis.
As consequências para a nossa saúde foram as piores e eu vou começar falando para você sobre a obesidade.

COMA MENOS, SE EXERCITE MAIS?

As pessoas tendem a ver os obesos como preguiçosos, sem ambição e sem força de vontade. Afinal, para emagrecer basta comer menos e se exercitar mais, certo? Aqui a mensagem subliminar que passamos aos gordinhos é uma só: “a culpa é sua”. Mas isso está errado!
Comer menos e se exercitar mais é a resposta padrão para o emagrecimento há mais de meio século. E tudo começou com um camundongo.
Até 1953 o exercício físico era considerado tabu e os médicos diziam que sua prática poderia causar infartos e reduzir a libido. Foi então o Dr. Jean Mayer, fisiologista francês, notou através de experimentos, que os camundongos grandes comiam o mesmo que os camundongos pequenos, mas não eram tão ativos quanto os menores depois de comer.

Mayer concluiu com o experimento que a falta de exercícios estava diretamente relacionada ao ganho de peso. Foi a sua descoberta que inspirou a revolução fitness. Americanos gastaram bilhões tentando
emagrecer. Porém, curiosamente, quanto mais pessoas aderiram às academias, mais os pesos aumentavam. Entre 1980 e 2000, as matrículas em academias mais do que dobraram nos EUA. Neste mesmo período, o índice de obesidade também dobrou. Como isso é possível?

Há casos de bebês de 6 meses diagnosticados como obesos, eles também devem comer menos e se exercitar? A minha intenção aqui não é desencorajar as pessoas a fazerem exercícios, só digo que essa não é a solução para o emagrecimento.

Por exemplo, para queimar uma única Coca-Cola, uma criança teria que pedalar 1 hora e 15 minutos. Não é algo possível de ser feito! O que temos que entender é a importância da caloria ingerida, e não sua quantidade.
Quando você consome 160 calorias de amêndoas, por causa da sua fibra, o alimento não é absorvido imediatamente pelo seu organismo e sua taxa de açúcar não vai subir muito.
Já o refrigerante, que não possui fibra, vai direto para o fígado, que recebe uma bomba de açúcar e o transforma em gordura.
Então, 160 calorias das amêndoas ou 160 calorias do refrigerante? Qual é a melhor opção?

Veja bem! Isso também acontece com o suco de frutas, quando você faz o suco as fibras são eliminadas restando apenas a frutose (açúcar das frutas) e para complicar mais ainda você adiciona açúcar.

Mas o discurso continua sendo de “comer menos e se exercitar mais” porque a indústria alimentícia precisa vender mais, esse é seu trabalho. Uma maneira de fazer isso é cooptando críticos em potencial. As empresas de refrigerantes patrocinam pesquisas em universidades, fazendo doações a associações médicas, que mostram que os refrigerantes não têm nada a ver com a obesidade. Porém, por mais que eles tentem mascarar, a verdade é que certos alimentos fazem você engordar Enquanto a sociedade não encarar isso e parar de culpar as pessoas acima do peso, estaremos com problema. As consequências para a saúde serão imensas!

AÇÚCAR INIMIGO NÚMERO 1

Em 1977, o governo americano passou a incentivar a população a comprarem produtos mais “magros” e consumirem mais comida com menos gordura. Logo essa ação foi seguida em outras partes do mundo.
Assim, os anos 1980 começaram com uma nova doutrina da saúde e um novo mercado (de produtos
diets e lights). Todos os produtos ganharam de repente uma versão com baixa gordura, “mais saudável”.
O problema é que quando a gordura é retirada do alimento, o seu gosto fica muito ruim. A indústria alimentícia sabia disso e, por isso, encheram essas comidas de açúcar para melhorar o saber. Foi assim que começou a epidemia, pois as doenças metabólicas associadas à obesidade, como diabetes, cardiopatia, derrames, cânceres, são todas impulsionadas pelo açúcar.

A razão está na reação que o açúcar provoca no seu organismo. A frutose, a parte doce do açúcar, só é processada no fígado. Quando seu fígado é sobrecarregado, o pâncreas produz em excesso um hormônio chamado insulina para colocar a glicose para dentro das células, pois glicose no sangue por muito tempo é tóxica.

Quando sua insulina está alta no seu sangue, você não emagrece. Pelo contrário, seu fígado transformará essa glicose em triglicerídeos que irão inflamar o seu corpo. Pouco tempo depois de comer, cerca de 3 horas, o seu corpo já pede mais açúcar e o ciclo vicioso recomeça. Este é o ciclo vicioso da fome.

E como você se sente com fome? Mal, cansado, com preguiça, sem vontade de fazer nada e, claro, com fome. Ou seja, os comportamentos que associamos à obesidade (excesso de comida, falta de exercício) são resultados da bioquímica, não a causa. O perigo maior é que o açúcar não está apenas nos biscoitos e sobremesas.
O açúcar se esconde atrás de muitos nomes, como sacarose, frutose, glicose, dextrose, lactose, maltose, açúcar invertido, açúcar turbinado e xarope de milho de alta frutose. Todos são absorvidos da mesma forma, portanto, o excesso de qualquer açúcar é perigoso.
Muitas pessoas acham que podem trocar o açúcar por adoçantes (Splenda, aspartame, entre outros), mas eles provocam reações hormonais que geram produção de insulina. Fazem você desejar mais comida, dão fome. Então, alimentos com pouco açúcar e pouca gordura também são perigosos e causam doenças.
Além do excesso de açúcares nos alimentos que comemos, há também o excesso de amidos processados. Outro alimento que possui muito açúcar é o trigo, que está presente em cerca de 70% dos alimentos da indústria alimentícia. Pão branco, arroz branco, batata e cereais matinais são transformados em glicose instantaneamente no trato digestivo.

Em resumo, nossa indústria alimentícia oferece opções de comidas altamente processadas e com muito açúcar que estão nos matando, nos deixando gordos e doentes. E toda vez que esses produtos são acusados de nos fazer mal, a indústria alimentícia reduz os carboidratos, as proteínas e os açúcares - e essas mudanças se tornam ferramentas de marketing para vender mais. Fomos induzidos a pensar que há alternativas mais saudáveis, diets e light dos alimentos. Mas a verdade é que porcaria ainda é porcaria, mesmo se for um pouco menos porcaria.

O VÍCIO

A comida processada é muito mais poderosa do que pensávamos. Há décadas a ciência nos mostra que as drogas se apoderam dos circuitos neuronais para que desejamos sempre mais o seu consumo. Agora a ciência nos mostra que a comida hiperpalatável possui o mesmo efeito, e nos faz querer mais e mais.
Pesquisadores de Princeton estudam como os ratos mudam o comportamento alimentar se beberem água com açúcar. Em uma pesquisa recente, 43 ratos viciados em cocaína puderam escolher entre a droga ou água com açúcar durante 15 dias. 40 em 43 escolheram o açúcar. Em outro estudo, os ratos que tomavam água com açúcar exibiram sinais de dependência – ansiedade, desejo e abstinência – quando o açúcar foi retirado de sua alimentação.
Em outras palavras, o vício em comida existe e é um fato biológico. Estudos mostram que o cérebro se acende com o açúcar, assim como faz com a cocaína e a heroína. Na verdade, o açúcar é oito vezes mais viciante que a cocaína. Se o seu filho é exposto cedo a estes alimentos viciantes e com muito açúcar, ele vai ficar viciado. A indústria sabe que, quanto mais cedo apresentar esses alimentos às pessoas (crianças e bebês), mais chances terá de marcá-las para o futuro. Por isso, todas as gerações nascidas depois de 1980 cresceram cercadas por esses alimentos viciantes.

Temos que entender que força de vontade e responsabilidade pessoal não funcionam diante do vício. Queremos achar que a decisão do que comemos é racional, mas o nosso cérebro vive sendo “sequestrado”. Pare para pensar, é impossível andar mais de 30 metros em qualquer cidade sem ter o seu cérebro estimulado de alguma forma. Postos de gasolina vendiam gasolina, agora são lojas de conveniência. E há porcarias processadas e açucaradas nos caixas de qualquer lugar: em lojas de brinquedos, em farmácias, em lojas de material de escritório, roupa de cama, eletrônicos... toda loja tem porcaria ao alcance das mãos.
O resultado é a maior epidemia de saúde pública do nosso tempo.
Em 2002, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou o documento chamado relatório 916 – Relatório Técnico Série 916. No documento, eles dizem especificamente que o açúcar é uma das maiores causas de doenças metabólicas crônicas e obesidade, e que o seu consumo deveria ser restringido até o nível recomendado pelos cientistas.
Não mais do que 10% das calorias ingeridas diariamente deveriam vir do açúcar. É claro que essa afirmação deixou os lobbies furiosos e o relatório foi reformulado. Lobistas da indústria do açúcar recomendaram que 25% das calorias de nossa dieta diária viessem do açúcar. 2,5 vezes mais do que a recomendação da OMS. E com isso continuamos adoecendo!

ENTÃO

A única forma de cortar esse ciclo vicioso criado pelo açúcar, que nos faz comer demais, engordar e adoecer, é retirando ele totalmente da sua alimentação e mantendo os níveis de insulina mais baixos. Nos primeiros dias pode ser difícil, mas em alguns dias o corpo se adapta a uma nova dieta.
A indústria alimentícia mudou o nosso foco de cozinhar comida de verdade e frequentar a feira, para comer alimentos processados e se exercitar mais, mas você pode quebrar esse padrão. Na próxima vez que você for comer olhe para o seu prato e pense: este alimento parece que vem da natureza ou é um produto cheio de ingredientes artificiais?
A transição de comidas processadas e açucaradas para comidas de verdade começa pelo seu garfo.

Se você quer mesmo mudar de vida? existe uma saída para comer melhor, manter os seus níveis de insulina baixos no sangue e, ainda, emagrecer de forma saudável.

Se você está cansada de se envenenar e à sua família, cansou de se sentir doente, sem disposição, com baixa autoestima e sente que precisa perder alguns quilos e ser uma pessoa saudável, procure um NATUROPATA CLINICO e ele te ajudará a ser mais saudável.
Adaptação Dr. Juliano Pimentel